Magia Rubro Negra


Algodão um ídolo Rubro Negro!
26/05/2008, 6:34 PM
Arquivado em: Fla Memória

Alô Galera Rubro Negra,

Na última sexta feira, garantimos vaga na final do tão sonhado Título Nacional de Basquete e o Magia irá publicar durante a semana uma coluna especial no “Fla Memória” sobre ídolos, conquistas  e glórias do nosso Basquete Rubro Negro. Este especial terá o objetivo de motivar a nossa torcida a apoiar os nossos esportes olímpicos, principalmente o nosso Basquete que é regado de muita história, títulos e glórias! Vale conferir!

Começaremos com Zenny de Azevedo, o nosso querido Rubro Negro, Algodão!

Nome: Zenny de Azevedo

Apelido: Algodão

Nascimento: 1º de março de 1925, no Rio de Janeiro (RJ)

Altura: 1,85m

Clubes: Clube Aliados de Campo Grande (RJ) e Clube de Regatas Flamengo (RJ)

Posição: Ala

Títulos: Campeão Mundial (1959); medalha de bronze nas Olimpíadas de Londres ( 1948 ) e Roma (1960) e nos Pan-americanos de Buenos Aires (1951), da Cidade do México (1955) e de Chicago (1959)

Pode parecer difícil acreditar que um jogador que nunca recebeu sequer um salário pelo seu trabalho nas quadras tenha sido campeão mundial pela seleção brasileira, participado de quatro Olimpíadas, três Pan-americanos e ainda seja dez vezes campeão estadual consecutivo pelo Clube de Regatas Flamengo.

Ele teve um currículo invejável. Além do título de campeão mundial em 1959, conquistou duas medalhas de bronze, em Londres (1948) e Roma (1960), sendo assim o único jogador de basquete do Flamengo com duas medalhas olímpicas. Em doze anos de reinado na seleção brasileira (1948-1960), Algodão participou de quatro olimpíadas (1948. 1952. 1956 e 1969). Três campeonatos mundiais (1950. 1954. 1959) e três medalhas de bronze nos Jogos pan-americano (1951. 1955. 1959). Maior ídolo do basquetebol do Flamengo, Algodão comandou a equipe rubro negra na histórica campanha do decacampeonato estadual (1951-1960). Esteve presente também na conquita do Tri Brasileiro em 1949, 1951 e 1953. Em 195 jogos disputados ganhou 189.

Porém, estes foram apenas alguns dos feitos de Zenny de Azevedo, que ficou mundialmente conhecido no basquete como Algodão.

O apelido teve origem na infância, quando o garoto de 13 anos se mudou para o bairro de Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, e passava o dia debruçado na janela de casa. Quando venceu a timidez e saiu à rua foi chamado pelos outros meninos de “barriga de algodão”. Com o tempo ficou só Algodão.

A primeira convocação do ala para a seleção brasileira foi feita pelo treinador Moacyr Daiuto, em 1948. Algodão reinaria no time nacional até 1960. Além da conquista do Mundial de 1959, no Chile, também vieram duas medalhas de bronze em Olimpíadas e mais três em Jogos Pan-americanos. Em Sul-americanos foram quatro participações, com mais um título no Chile, em 1958. Ao todo foram 648 pontos marcados em 88 jogos pela seleção.

Apesar do grande sucesso na seleção e em seu clube, o Flamengo, pelo qual foi dez vezes seguidas campeão estadual, Algodão nunca recebeu um salário como jogador de basquete. Isto se deve ao caráter ainda amador do esporte à época no Brasil.

Foi inclusive por meio do Flamengo que Zenny conseguiu um emprego no IAPETC (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Empregados em Transportes e Cargas). Por nunca ter ganhado dinheiro com o esporte, Algodão ficou conhecido como símbolo de dedicação e amor ao basquete brasileiro.

O ala e capitão da seleção brasileira foi cobiçado por anos pelos grandes clubes do Rio de Janeiro, como Vasco, Fluminense e Botafogo. Porém, fiel ao seu estilo simples e discreto, permaneceu no Flamengo até o fim da carreira como jogador. Antes havia jogado apenas pelo Clube Aliados de Campo Grande, no início de sua trajetória no esporte.

Zenny de Azevedo morreu fazendo o que mais gostava na vida. No dia anterior a madrugada de 10 de março de 2001, Algodão dava aula de basquete na Faculdade de Educação Física Moacyr Bastos, no Rio de Janeiro, quando teve um derrame.

Em homenagem ao jogador o ginásio do Complexo Esportivo Miécimo da Silva, construído no bairro de Campo Grande, onde viveu desde a infância, foi batizado de Ginásio Algodão. 

Fica aqui a eterna gratidão do Magia e desta NAÇÃO por este atleta e ídolo Rubro Negro!

Obrigado Algodão e ilumine de onde estiver os nossos guerreiros nesta final tão importante!

Magia Neles!



Torcedor do Mengo – Por Fernando Holanda
26/05/2008, 1:42 PM
Arquivado em: Colunas

Eu sou torcedor
Do velho Mengo
Enfrento chuva
Enfrento sol
Não faço dengo
Seja de noite
De tarde ou de manhã
Seja em Bangu
Em Bonsucesso
Ou em Maracanã
Não faço dengo
Uma vez Flamengo
Sempre Flamengo
Eu vou ao futebol
Vou ao basquete, ao voleibol
Vou ver Dequinha
Algodão e Rosinha
Eu moro longe
Mesmo assim não faço dengo
Uma vez Flamengo
Sempre Flamengo.

Luiz Dantas e Blecaute, 1955.

A comunhão desta foto com esta música de 1955, traduz em palavras o íntimo do Rubro Negro, onde a Magia e a Paixão pelo Clube de Regatas Flamengo arde como uma chama intensa e verdadeira.

Que este site seje o  combustível diário para esta chama jamais se apagar!

Magia Neles!

Fernando Holanda



Recordar é viver! [Equipe MAGIA RUBRO NEGRA]
26/05/2008, 12:17 PM
Arquivado em: Fla Memória

Há exatamente 23 anos atrás (26/5/1985), Aldair Nascimento Santos fazia sua 1ª partida com a camisa do Flamengo – clube que o revelou – esse zagueirão conseguiu aliar raça e técnica, com essas características conquistou a torcida rubro negra e 6 títulos pelo Mengão, dentre eles o Campeonato Brasileiro de 1987.

O xerife Aldair jogou no MENGÃO das MULTIDÕES de 1985 a 1989, atuou em 185 partidas, marcando 11 gols, além do Brasileiro ele conquistou também:

Campeonato Carioca: 1986
Taça Guanabara: 1988/1989
Taça Rio: 1985/1986

Em 1989, Aldair deixou o Mengão para substituir Mozer que deixava o Benfica para jogar na França.

Aldair participou de três Copas do Mundo sendo campeão em 1994.

Magia Neles! Por Fabio Justino

 

Histórias da Década de 80 – Por Gabriel Reis

Cláudio Cruz, fundador da Raça Rubro-Negra, nos conta algumas verdades:

paixão@magiarubronegra.com.br