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Foi em homenagem a Leônidas que a Lacta criou o chocolate Diamante Negro, a empresa pagou apenas dois contos de réis e Leônidas nunca cobrou nada pelo uso da marca.
Dizem que foi ele o inventor da bicicleta – embora essa glória tenha sido atribuída a Petronilhos de Brito, em meados dos anos 20. O Diamante foi artilheiro dos Cariocas de 1938 e 1940 e o principal jogador na campanha do título de 39 – que pôs fim a um jejum de nove anos sem título para o Clube da Gávea -, o jogador marcou 142 gols com o manto rubro-negro. Sendo assim o 7º maior artilheiro na história do clube.
Magia Neles!
Equipe Magia Rubro Negra
paixao@magiarubronegra.com.br
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Gente, o que vejo de Flamenguistas acreditando nesta mídia paulistana e anti-carioca, não tá no gibi. Fico impressionado em como eles conseguem fazer fanáticos pelo Mengão acreditarem que agora tem um time já não tão forte. Pois bem, lembrem-se que o time que ficou é o mesmo que saiu das últimas posições da tabela, depois do meio do Campeonato Brasileiro, e chegou ao terceiro lugar no final, com um ponto a menos que o vice-campeão apenas. Este time foi apelidado de Tropa de Elite, pois conseguiu a maior arrancada da história do futebol brasileiro. Mas, claro, os paulistas vão querer te fazer acreditar que estes jogadores, que venceram o “grande São Paulo Penatacampeão”, não são capazes vencer o ridículo São Paulo de 2008 ou o mediano Palmeiras de Luxemburgo, ou até o bom time do Cruzeiro.

Vamos ver qual era o time do Flamengo nos últimos jogos do Brasileirão do ano passado? Lembram? Vamos recordar o último jogo, contra o Atlético-PR. Vitória do Flamengo por 2 x 0 sobre o forte time paranaense, com público de 87.895 pessoas, sendo que destes 99,9% eram Flamenguistas.
Equipe: Bruno; Leonardo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim e Jaílton; Leo Medeiros, Juan, Ibson, Cristian e Renato Augusto; Souza.
Perceberam aonde eu quero chegar? O Marcinho não estava neste time. Sim, Renato Augusto estava, mas era sempre criticado. Não estava conseguindo se sair tão bem no ataque e pediam que ele fosse escalado no meio de campo. Então, adicionem neste elenco do ano passado os jogadores Toró, que permanece no clube e também era titular, a contratação de Kleberson, o argentino Maxi, que também ficou, a permanência de Obina, a chegada de Dininho e o lançamento de jovens jogadores como Airton e Erik Flores. Chegamos então à conclusão que 90% do elenco, que fez do Flamengo o badalado time do segundo turno do campeonato do ano passado, continua aqui. Entre os titulares neste último jogo, que nem eram tão titulares assim, saíram apenas Léo Medeiros e o Renato Augusto. Para lembrar mais um que saiu, mas que era chinelinho, vou citar o Róger Flores.
Pois bem, cheguei aonde queria. Mantivemos o elenco forte e estamos chorando a saída de um atacante que até poucos meses atrás era reserva do nosso time. Gente, muita calma nessa hora e cabeça no lugar. O KL ainda prometeu duas boas contratações para o Mengão. Mesmo assim, temos um elenco vencedor nas mãos. E eu soube que o KL fez de tudo para o Marcinho, desagregador de grupo, ficar. Chegou a oferecer 80% do que ele ganharia no Catar, mas o mercenário preferiu ir embora.
Que Toró e Kleberson voltem logo!
Quanto à polêmica nova camisa, acabo de receber um e-mail do amigo Marcelo Barreto, mais conhecido como Celo CRF, um dos criadores da Fla USA, no qual ele tirou onda ao citar Nelson Rodrigues:
“Para qualquer um, a camisa vale tanto quanto uma gravata. Não para o Flamengo. Para o Flamengo a camisa é tudo. Já tem acontecido várias vezes o seguinte: quando o time não dá nada, a camisa é içada, desfraldada, por invisíveis mãos. Adversários, juízes, bandeirinhas, tremem, então, intimidados, acovardados, batidos. Há de chegar talvez o dia em que o Flamengo não precisará de jogadores, nem de técnicos, nem de nada. Bastará a camisa, aberta no arco. E diante do furor impotente do adversário, a camisa rubro-negra será uma bastilha inexpugnável.”

Magia Neles! Por Equipe Magia Rubro-Negra!
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Há quem diga que a camisa é feia, mas acho que é mais por raiva da Nike, que não vem tratando o Flamengo como ele realmente merece, do que pelo design do novo uniforme em si. O uniforme lembra tempos antigos e tem extremo bom gosto, ao colocar as litras mais finas do que o normal, além dos belíssimos detalhes em dourado. Ouvi algums poucas reclamações de que a camisa lembra muito a roupa do personagem protagonista de “A hora do pesadelo”, o maníaco Freddy Kruegger, mas se o Flamengo conseguir atormentar os adversários e lhes causar pesadelos, está valendo.
A verdade é que a Olimpikus vai ter que caprichar muito nas novas camisas se quiser fazer algo melhor e mais bonito do que a Nike fez desta vez. Eu gostei, mas espero ansioso pelos uniformes da nova empresa, que mostrou muito mais atenção com o nosso clube do coração.
Magia Neles!
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Ontem, eu e mais uns 40 milhões de torcedores do Flamengão contávamos com mais 3 pontinhos lá no Couto Pereira, tivemos amplo domínio e ruim de tudo merecíamos ao menos um empate, mas somos grandes e esse tipo de lamento é para clube com média de 5000 torcedores por partida.
“Perder é do jogo” e pronto.
Andei pesquisando o desempenho do Mengo nas cinco vezes em que conquistamos os incontestáveis títulos nacionais, coincidentemente também ocorreram tropeços contra times de menor expressão.
1980 – Flamengo 1 x 2 Botafogo PB
1982 – Flamengo 1 x 2 Sport (PE)
1983 – Flamengo 1 x 1 Moto Clube (MA)
1987 – Flamengo 0 x 1 Sta. Cruz
1992 – Flamengo 0 x 1 Bragantino
Portanto, está provado que time grande e que quer ser campeão tem que suportar a noite infeliz e fazer o próximo adversário “pagar o pato”, agora é acabar com o fogo dos times que aparecem no retrovisor da máquina rubro-negra, sacolar o time da boa terra no domingo e ampliar essa vantagem. A contagem regressiva continua, faltam 26 partidas para o Hexa.
Pra cima deles Mengo!
Magia Neles!
paixao@magiarubronegra.com.br



