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Não sei se choro de alegria ou tristeza, de orgulho ou de saudades, até porque não há como esquecer este dia. Em 19 de Julho de 1992, exatamente 16 anos atrás, o nosso eterno Maestro Júnior erguia pela última vez a polêmica Taça de Bolinhas.
Este campeonato começou no dia 25 de janeiro e terminou com o Mengo Penta em 19 de julho. Participaram 20 clubes, disputando 216 jogos. No total foram 495 gols marcados, com uma média por jogo de 2,29 gols. A média de público foi de 16.814 pagantes por partida.

O maestro comemorando...
Aquele time era praticamente formado por jogadores revelados da Gávea, entre eles Fabinho, Júnior Baiano, Zinho e Marcelinho Carioca. O técnico era o Grande Carlinhos (Violino). Para quem acha que a sina de vice do “chororô team” é recente, esta conquista mostra que não.
A final foi realizada em duas partidas, (saudades do tempo que o Brasileiro tinha apenas duas finais e não “cada jogo uma final”). O foguinho precisava “apenas” de dois empates, mas logo no primeiro jogo o Mengo sapecou um bonito 3 x 0 – Júnior, Nélio e Gaúcho. No dia seguinte a comemoração rubro-negra se estendeu em um churrasco na casa do atacante Gaúcho. Renato Gaúcho, a estrela do Botafogo na época, compareceu ao churrasco flamenguista, gerando uma polêmica que resultou no seu afastamento da equipe.
O 2º jogo foi um treino de luxo que resultou num empate campeão, com gols de Júnior e Júlio César o Poderoso Mengo tornou-se o 1º Penta Nacional, Durante o jogo, uma grade da arquibancada do Maracanã cedeu, provocando a queda de centenas de pessoas para o anel inferior, e a morte de 3 torcedores. A partir daí o Maracanã foi reformado e nunca mais recebeu um público tão grande.
Magia Neles!
Equipe Magia Rubro Negra
paixao@magiarubronegra.com.br
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Na última quinta-feira, liguei minha televisão no canal em que passaria o jogo do Flamengo, sentei em minha escrivaninha e aguardei a entrada do meu time em campo, tomando um copo de leite, mastigando um biscoito Maria e fazendo minha cruzadinha, mas algo tirou minha calma. Vi um time entrar em campo com uma camisa de listras finas, que borravam aos meus olhos e não dava nem para perceber que eram faixas rubro-negras. Pensei neste momento se aquele poderia ser o Flamengo e cheguei a mudar de canal, para ver se estava certo. Para minha triste constatação, sim, era o Flamengo. Eu já estava chateado em saber que a camisa estava sendo usada sem minha aprovação, já que sou conselheiro do clube, e sem a aprovação dos demais conselheiros. Já não mais temos importância ao Flamengo. Os verdadeiros Rubro-Negros não são mais bem vindos por lá. Ok, me acalmei e decidi torcer pelo time, que o narrador insistia em chamar de Flamengo. Foi quando eu vi a gola de sabiá de papo amarelo. Pelo amor de Deus. O Flamengo não tem amarelo. Nosso time é Rubro-Negro. É triste, mas o primeiro castigo dos Deuses do Futebol já veio na quinta-feira e a camisa está amaldiçoada.
Caros amigos, minha intenção não era assustar nenhum de vocês, que acessam o site em que meu neto escreve junto de seus amigos, mas eu queria expor a minha insatisfação com esta medida de adotar uma camisa sem ao menos passar por aprovação do conselho do clube. Outra coisa que eu gostaria de comentar é a saída do Marcinho. Esse aí já foi tarde. Desagregador de grupo, como alguns que ainda estão por lá. Ele não queria jogar no Flamengo então que vá embora. Quanto ao jogo de Domingo, que os Deuses do Futebol não castiguem quem nada tem a ver com as burradas dos dirigentes, pois somos nós que sofremos.
Saudações de um grande Rubro-Negro!
Magia Neles!



