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Meus caros;
na semana passada, reproduzi um bate-bola que tive com o Bujica, nosso “Caçador de Marajás” carrasco dos vices. Deu sorte, e atropelamos o Galo.
Para manter a pegada, repeti a dose, e vejam abaixo a opinião do nosso guerreiro…
Leiam com atenção porque este sabe das coisas, principalmente o que é vestir aquela camisa.
SRN, Luís Eduardo.
@LuisSRN PERGUNTA: Fala, parceiro. Acho o jogo contra Náutico perigosíssimo, o mais difícil dos 4 que faltam. Temos que ganhar na raça, não acha? SRN
@bujica99 RESPONDE: temos e vamos ganhar, realmente o jogo é muito perigoso mas o time sabe disso, vai respeitar o nautico e vai passar por cima….
Pra cima deles!
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br
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Quando começou, nem estava tanto frio. Na verdade, a esperança de assitir Flamengo x Náutico estando em Gramado, RS, era pequena. Mas eis que andando pela famosa Rua Coberta dei de cara com a vitrine da Paquetá Sports. O plasma sintonizado no Sportv trazia a boa notícia. Em Recife, o Mengão entrava em campo. Trazia também algumas preocupações. Na quarta, o Cruzeiro havia ganho; mais cedo São Paulo e Palmeiras também. Para completar a pressão, o Botafogo, que não serve para nada, havia deixado o Grêmio virar o jogo no Olímpico. Enfim, era fundamental ganhar num campo onde nenhum dos adversários diretos havia conseguido vencer o Timbú. Mas a maior preocupação mesmo é de que a qualquer momento se mudasse de canal nos plasmas ou a loja fechasse.
Com Toró no meio e o Ibson querendo brigar com todo mundo, fomos para cima. Na serra Gaúcha, um se aproximou e disse com sotaque mineiro: “Temos que ganhar hoje, de qualquer jeito”. E ficou. A namorada (ou esposa) sorriu, resignada, e talvez até maravilhada com o esforço do namorado para ver o time do coração. “Vou ali olhar a igreja.” “Vai sim. Compra um churros”, respondeu o mineiro, feliz por ter ganho alguns minutos.
Nos Aflitos, Marcelinho achou Vandinho solto e o penalti foi marcado e convertido. Um a zero. Felicidade, mas medo da montanha de minutos até o fim. De repente, outro se aproximou e trocou olhares rubro-negros. Agora eramos três e estava fundada a Fla-Vitrine RS. Os colorados passavam e perguntavam em coro, mesmo que um a um: “Bah meu, não está passando o jogo do Colorado? Quem é que quer ver Flamengo e Náutico?”. Nós queríamos e vimos. Fim de primeiro tempo. Ufam, até daqui a 15 minutos. Será que a TV seguirá ligada?
Seguiu. Mais frio, mais colorados reclamando e mais pressão do Náutico. Bola na trave, bola na linha, bola salva pelo Bruno. Agora sozinho, olhava para os lados em busca dos dois outros pilares da Fla-Vitrine RS. Um logo voltou para sofrer, mais uma vez com a namorada ao lado. Dessa vez foram as pipocas que compraram mais alguns minutos.
No Recife, Caio Junior foi trocando e os minutos passando. Então, com a pressão no máximo, a compostura perdida e a missão quase cumprida, Leo Moura pegou a bola na intermediária pela direita. “Segura!!! Não!!!!!”O chute saiu um pouco alto, mas descaiu e morreu no ângulo. Dois a zero e os três pontos garantidos. Ou não? Aos 46, penalti para o Timbú e mais quatro minutos de acrescimo. “Ser Flamengo é estar 2 a 0 aos 44 e não ficar trânquilo”. Mas o cara bateu para fora. Sorte de campeão? Tomara. Ao fim, um aperto de mãos: “Foi um prazer torcer ao seu lado”.
Por Ivan Trindade,
Escreva para fabio@magiarubronegra.com.br e conte seu relato, o seu Flamengo x Nautico inesquecível.
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br
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Para quem curte coincidências, segue mais uma descoberta do MAGIA RUBRO NEGRA. Todo mundo sabe que o Flamengo foi Campeão da Copa do Brasil duas vezes (1990 e 2006) e Campeão Brasileiro em cinco oportunidades (1980, 1982, 1983, 1987 e 1992).
A curiosidade é a seguinte, em 4 das 7 conquistas nacionais, o Náutico atravessou o caminho do RUBRO NEGRO carioca.
Seria isso um bom sinal?
Confira detalhes dos jogos e o resultado das partidas:
1980 – Náutico 2 x 2 Flamengo (Gols: Tita e Toninho Baiano) / Estádio do Arruda
1982 – Flamengo 1 x 1 Náutico (Gol: Nunes) / Estádio do Maracanã
1982 – Náutico 3 x 4 Flamengo (Gols: Zico (2), Lico e Leandro) / Estádio do Arruda
1990 – Flamengo 3 x 0 Náutico (Gols: Gaúcho (2) e Bobô) / Estádio do Maracanã
1990 – Náutico 2 x 2 Flamengo (Gols: Djalminha e Renato Gaúcho) / Estádio dos Aflitos
1992 – Náutico 0 x 0 Flamengo / Estádio dos Aflitos
Ótimo sinal né?!? Pra cima deles,
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br

Já foi dito aqui, o chororô é um resgate histórico do solitário e triste alvinegro carioca, mas a invenção pertence a outro clube preto e branco.
Uma agremiação que carrega em sua história a honra de ser sempre arregaçada e esculachada pelo Urubu Master do futebol mundial. Se nós, os rubro negros cantamos pro Botinha que eles não ganham nada, o que cantaremos a esse outro alvinegro?
O Botafogo não tem presente (nem futuro), mas tem passado e isso nós respeitamos. Mas o Galo mineiro não tem nada, seu passado é recheado de surras, tal como o presente e certamente o futuro também será.
O maior ‘azar’ do Atlético-MG foi montar seu melhor time, justamente no momento em que o Flamengo desfilava e exibia nos gramados o maior esquadrão da galáxia. O melhor time de futebol do planeta.
O vermelho e o negro produzem medo no imaginário atleticano e isso não é de hoje. Eles já tentaram de tudo, Brasileiro, Libertadores e até na Copa do Brasil, mas a história está escrita… e ela é imutável.
Se falo Nunes… eles correm!
Se falo Zico… eles choram!
Ao avistar o Flamengo… eles tremem.
Seja na terra, seja no mar!
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br
Na Libertadores de 1984 eles viram o SHOW DO MOZER
Certamente passaram a entender melhor o significado das palavras MANTO SAGRADO, MARACANÃ, NAÇÃO e FLAMENGO.
Assista!
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
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Para amenizar a ansiedade e encurtar caminho de sábado para domingo, curta o melhor da MÚSICA POPULAR RUBRO NEGRA.
João Nogueira – Samba Rubro Negro by CeloCRF
Moraes Moreira – Vitorioso Flamengo by Alrossi
Jorge BenJor – Camisa 10 da Gávea by Alrossi
De quebra ainda rola esse som fantástico do Bebeto (Rei do Swing) cantando junto com o nosso maestro Júnior, linda canção. Uma das músicas mais bonitas em homenagem ao MAIS QUERIDO!
Quer curtir? Baixe aqui
MAGIA NELES!
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E a série continua. Leia e conheça o Flamengo x Botafogo inesquecível do nosso colunista Fabricio Mohaupt.
O meu Flamengo X Botafogo inesquecível foi o do dia 12/07/1992, poucos dias antes do meu aniversário. Eu havia caído de moto três dias antes e, apesar de não ter quebrado nada, estava todo esfolado e de molho em casa. Minha prima, Cristiane, foi ao jogo com muitos amigos e me zoou à vera porque eu não iria.
O jogo era a primeira partida da final do brasileiro daquele ano. Era especial porque era uma final entre times cariocas. O Botafogo teve melhor campanha e tinha a vantagem de jogar por dois empates. Porém, capitaneados pelo craque Vovô Garoto, nosso maestro Júnior, não tomamos conhecimento do Foguinho e, logo no primeiro tempo, enfiamos 3 a 0, com golos de Júnior, Nélio e Gaúcho.
Créditos Youtube – CeloCRF
A alegria era tanta que o Gaúcho, no dia seguinte, resolveu fazer um churrasco para comemorar a importante vitória e seu grande amigo, Renato Gaúcho, que estava jogando pela cachorrada, apareceu. Isso causou uma tremenda confusão e o cara acabou afastado do grupo do alvinegro. Não participou sequer do segundo jogo da decisão, que terminou empatado em 2 a 2 e nos garantiu o Penta-Campeonato Brasileiro.
Aliás, foi na preliminar do segundo jogo que aconteceu uma tragédia. Uma das grades da arquibancada cedeu e centenas de torcedores caíram no anel inferior. Muitos ficaram feridos e três morreram. Minha prima, que também foi ao segundo jogo, estava lá e quebrou a perna. Por conta disso, o Maracanã foi reformado e nunca mais recebeu o mesmo público.
Mas qual o motivo de o primeiro jogo ser o inesquecível e não o segundo? Na verdade, são dois: o primeiro, mais óbvio, foi o passeio e os três golos ainda no primeiro tempo; mas o segundo, vem de um lance maravilhoso do nosso querido Capacete, um drible desconcertante que deixou Renato Gaúcho sentado no chão sem saber para onde tinha ido o Júnior e, muito menos, a bola!
Pura Magia!
E você? Qual o seu Flamengo x Botafogo inesquecível? Envie seu relato para fabio@magiarubronegra.com.br
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
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Ouvi uma expressão muito legal esses dias e passei a utiliza-la desde então. Nós, “os blogueiros” somos a imprensa, não a imprensa convencional e sensacionalista, porém a imprensa rubro negra.
Os caras que ficam o dia, a semana, o mês inteiro procurando na internet (e fora dela) o que compartilhar. Textos, relatos, fotos, vídeos, números, conquistas, confrontos e estatísticas. Tudo pelo Mengo.
Atitudes como essa reforçarm que o Flamengo é mesmo um clube privilegiado, talvez o mais privilegiado de todos. Tem ídolos e referências tanto dentro como fora de campo. Enquanto Zico, Júnior, Andrade e outros, são sempre parados para uma foto, uma assinatura e coisas desse tipo, não é diferente com Moraes, Dona Zica, Cláudio Cruz…
Na época que a internet ainda era uma ferramenta de uso exclusivo das Forças Armadas Americanas, eles já acompanhavam o Flamengo em todo o território nacional (e internacional). Isso é um presente de Deus, privilégio para poucos.
Enquanto eles dormiam em balsas, ônibus e calçadas. Atravessavam o país atrás do MAIOR FLAMENGO DE TODOS OS TEMPOS, um jovem apaixonado não desgrudava dos jornais antigos, revistas e calculadora. Cada um com sua forma rubro negra de ser, mas foi desse jeito que Celso Júnior tornou-se o idealizador do fantástico FLA ESTATÍSTICA.
Este carioca, morador de São Cristovão – apaixonado por confrontos e números – é o maior pesquisador da história rubro negra.
Seu site é referência para diversas obras, tais como: filmes, livros, revistas, jornais e curiosos. Dada a importância dessa figura para a cultura rubro negra, o MAGIA RUBRO NEGRA faz questão e tem a honra de parabeniza-lo por mais um aniversário.
Parabéns Celso ! Avante Mengão !
Valeu Celso! Parabéns pra você, nesta data querida…Que o presente venha no domingo!
Para quem não conhece este belíssimo MUSEU VIRTUAL, clique A Q U I!
MAGIA NELES!
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Meu Mundo caiu…mas sou Penta
Por Ivan Trindade (Colaborador do Magia Rubro Negra)

Já éramos campeões. Na verdade, com apenas 15 anos de vida, eu já era Pentacampeão Brasileiro de futebol.
Adolescente, ia a todos os jogos na Raça Rubro-Negra. Uma semana antes, vi o vovô garoto acabar com a cachorrada, até então tida como favorita ao título. Perdoai-os Pai, pois eles não sabem o que dizem. Vi ao vivo os dois dribles desmoralizantes de Junior em Renato “Já fanfarrão” Gaúcho. Vi os três gols que decidiram o campeonato, mesmo que fosse apenas o primeiro jogo. Vi o canil, do lado oposto, o lado errado, o lado da derrota, ficar vazio, mais vazio, até sumir. Não reapareceu até hoje.
Mas o jogo da minha vida aconteceu mesmo uma semana depois, no dia 19/07/1992, apenas quatro dias antes do meu 16º aniversário.
Você nunca sabe quando pode morrer, o que pode acontecer qualquer dia desses. Pois o domingo, 19, poderia ter sido um desses dias em que eu poderia ter morrido. O 422 (Cosme Velho-Grajaú) já foi um presságio de que a paixão e a certeza da conquista poderiam ser demais para um final feliz. Lotado, abarrotado, ameaçando virar a cada curva. Mas cheguei.
Aos 15 anos, quase 16, não queria segurança, mas desafio. Ia aos jogos no meio da Raça Rubro-Negra. Meu pai, cauteloso, foi de cadeira, mas por um acaso ficou bem embaixo da Raça.
Em grandes jogos, quem é Rubro-Negro, sabe que tem que dividir seu metro quadrado na arquibancada com pelo menos dois irmãos de fé. Mas aquele domingo havia ainda mais gente. Tomávamos mais de 85% do estádio.
Quando ouvi o tiro, se é que ouvi, se é que foi realmente um tiro, só deu tempo de olhar para cima e ver a onda de gente vindo para cima. Ia morrer. Soterrado em corpos dos meus próprios irmãos Rubro-Negros. Pelo menos uma perna quebrada, ou braço. Mas não. Nada aconteceu. Pelo menos comigo. Meu pai, lá embaixo, viu a chuva de gente e pensou que um daqueles pingos poderia ser seu filho, 16 anos incompletos, que ia sempre na Raça.
Foi ajudar no socorro. Olhou rosto por rosto para ver se reconhecia o rebento. Não achou e ficou mais tranqüilo. Num tempo ainda sem celulares, só soube ao certo mais de duas horas depois, quando consegui ligar para casa, já meio bêbado e totalmente Pentacampeão.
O meu Flamengo x Botafogo inesquecível teve morte, teve solidariedade, grito de gol e choro de Pentacampeão.
Não esqueço que quase morri.
E você? Qual é o seu Flamengo x Botafogo inesquecível? Mandeu seu relato para fabio@magiarubronegra.com.br
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E a parada do ‘Jogos Inesquecíveis’, fica melhor a cada relato, tivemos a honrar de postar o belíssimo texto do nosso cumpadi Arthur (Urublog). Agora, quem chega na casa é o grande amigo e também blogueiro fanático Luis Eduardo do Saudações Rubro Negras.
Fuçando o iutubi, acabei encontrando o vídeo desta belíssima e merecida surra mencionada pelo grande Luis.
Curtam o relato dele e não deixem de assistir o vídeo, sem sombra de dúvidas… um show a parte!
Sobre o jogo inesquecível: eu não estava no Maraca nos 6×0 de 1981, pois tinha apenas 7 anos. Mas em 1985, aos 11 anos assisti ao Flamengo x Cachorrada que marcou a minha vida.
O Foguinho vinha em grande fase e (incrível) sua pequena torcida compareceu em bom número. Logo de cara levamos 1×0, gol do Elói. O que se viu depois foi um passeio humilhante do Mengão. Adalberto (2), Heider, Adilio, Chiquinho e Gilmar Popoca destruíram com eles.
Me marcaram: O 5º gol (Adalberto), entrando com bola e tudo; o 6º gol, em que o Andrade driblou vários e Gilmar fez no rebote, caindo em prantos logo depois.
Esta foi realmente uma emoção indescritível para mim. Ainda um menino de 11 anos, triste com a venda do Zico.
E você? Qual é o seu Flamengo x Botafogo inesquecível? Mande o relato para fabio@magiarubronegra.com.br
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