Magia Rubro Negra


EM TIME QUE ESTÁ GANHANDO NÃO SE MEXE – POR LUIS EDUARDO
13/11/2009, 12:45 PM
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Meus caros;

na semana passada, reproduzi um bate-bola que tive com o Bujica, nosso “Caçador de Marajás” carrasco dos vices. Deu sorte, e atropelamos o Galo.

Para manter a pegada, repeti a dose, e vejam abaixo a opinião do nosso guerreiro…

Leiam com atenção porque este sabe das coisas, principalmente o que é vestir aquela camisa.

SRN, Luís Eduardo.

 

@LuisSRN PERGUNTA: Fala, parceiro. Acho o jogo contra Náutico perigosíssimo, o mais difícil dos 4 que faltam. Temos que ganhar na raça, não acha? SRN

@bujica99 RESPONDE: temos e vamos ganhar, realmente o jogo é muito perigoso mas o time sabe disso, vai respeitar o nautico e vai passar por cima….

Pra cima deles!

MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br

 



JOGOS INESQUECÍVEIS (16) – POR FÁBIO JUSTINO
13/11/2009, 8:58 AM
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MAGIA RUBRO NEGRA - Jogos Inesqueciveis

 

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Quando começou, nem estava tanto frio. Na verdade, a esperança de assitir Flamengo x Náutico estando em Gramado, RS, era pequena. Mas eis que andando pela famosa Rua Coberta dei de cara com a vitrine da Paquetá Sports. O plasma sintonizado no Sportv trazia a boa notícia. Em Recife, o Mengão entrava em campo. Trazia também algumas preocupações. Na quarta, o Cruzeiro havia ganho; mais cedo São Paulo e Palmeiras também. Para completar a pressão, o Botafogo, que não serve para nada, havia deixado o Grêmio virar o jogo no Olímpico. Enfim, era fundamental ganhar num campo onde nenhum dos adversários diretos havia conseguido vencer o Timbú. Mas a maior preocupação mesmo é de que a qualquer momento se mudasse de canal nos plasmas ou a loja fechasse.

Com Toró no meio e o Ibson querendo brigar com todo mundo, fomos para cima. Na serra Gaúcha, um se aproximou e disse com sotaque mineiro: “Temos que ganhar hoje, de qualquer jeito”. E ficou. A namorada (ou esposa) sorriu, resignada, e talvez até maravilhada com o esforço do namorado para ver o time do coração. “Vou ali olhar a igreja.” “Vai sim. Compra um churros”, respondeu o mineiro, feliz por ter ganho alguns minutos.

Nos Aflitos, Marcelinho achou Vandinho solto e o penalti foi marcado e convertido. Um a zero. Felicidade, mas medo da montanha de minutos até o fim. De repente, outro se aproximou e trocou olhares rubro-negros. Agora eramos três e estava fundada a Fla-Vitrine RS. Os colorados passavam e perguntavam em coro, mesmo que um a um: “Bah meu, não está passando o jogo do Colorado? Quem é que quer ver Flamengo e Náutico?”. Nós queríamos e vimos. Fim de primeiro tempo. Ufam, até daqui a 15 minutos. Será que a TV seguirá ligada?

Seguiu. Mais frio, mais colorados reclamando e mais pressão do Náutico. Bola na trave, bola na linha, bola salva pelo Bruno. Agora sozinho, olhava para os lados em busca dos dois outros pilares da Fla-Vitrine RS. Um logo voltou para sofrer, mais uma vez com a namorada ao lado. Dessa vez foram as pipocas que compraram mais alguns minutos.

No Recife, Caio Junior foi trocando e os minutos passando. Então, com a pressão no máximo, a compostura perdida e a missão quase cumprida, Leo Moura pegou a bola na intermediária pela direita. “Segura!!! Não!!!!!”O chute saiu um pouco alto, mas descaiu e morreu no ângulo. Dois a zero e os três pontos garantidos. Ou não? Aos 46, penalti para o Timbú e mais quatro minutos de acrescimo. “Ser Flamengo é estar 2 a 0 aos 44 e não ficar trânquilo”. Mas o cara bateu para fora. Sorte de campeão? Tomara. Ao fim, um aperto de mãos: “Foi um prazer torcer ao seu lado”.

Por Ivan Trindade,

Escreva para fabio@magiarubronegra.com.br e conte seu relato, o seu Flamengo x Nautico inesquecível.

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FLAMENGO X NAUTICO, ENTRANDO NO CLIMA – POR FÁBIO JUSTINO
11/11/2009, 5:20 PM
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Para quem curte coincidências, segue mais uma descoberta do MAGIA RUBRO NEGRA. Todo mundo sabe que o Flamengo foi Campeão da Copa do Brasil duas vezes (1990 e 2006) e Campeão Brasileiro em cinco oportunidades (1980, 1982, 1983, 1987 e 1992).

A curiosidade é a seguinte, em 4 das 7 conquistas nacionais, o Náutico atravessou o caminho do RUBRO NEGRO carioca.

Seria isso um bom sinal?

Confira detalhes dos jogos e o resultado das partidas:

1980 – Náutico 2 x 2 Flamengo (Gols: Tita e Toninho Baiano) / Estádio do Arruda

1982 – Flamengo 1 x 1 Náutico (Gol: Nunes) / Estádio do Maracanã
1982 – Náutico 3 x 4 Flamengo (Gols: Zico (2), Lico e Leandro) / Estádio do Arruda  

1990 – Flamengo 3 x 0 Náutico (Gols: Gaúcho (2) e Bobô) / Estádio do Maracanã
1990 – Náutico 2 x 2 Flamengo (Gols: Djalminha e Renato Gaúcho) / Estádio dos Aflitos

1992 – Náutico 0 x 0 Flamengo / Estádio dos Aflitos

Ótimo sinal né?!? Pra cima deles,

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UM CLUBE ‘QUASE’ GRANDE – POR FÁBIO JUSTINO
05/11/2009, 3:32 PM
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Já foi dito aqui, o chororô é um resgate histórico do solitário e triste alvinegro carioca, mas a invenção pertence a outro clube preto e branco.

Uma agremiação que carrega em sua história a honra de ser sempre arregaçada e esculachada pelo Urubu Master do futebol mundial. Se nós, os rubro negros cantamos pro Botinha que eles não ganham nada, o que cantaremos a esse outro alvinegro?

O Botafogo não tem presente (nem futuro), mas tem passado e isso nós respeitamos. Mas o Galo mineiro não tem nada, seu passado é recheado de surras, tal como o presente e certamente o futuro também será.

O maior ‘azar’ do Atlético-MG foi montar seu melhor time, justamente no momento em que o Flamengo desfilava e exibia nos gramados o maior esquadrão da galáxia. O melhor time de futebol do planeta.

O vermelho e o negro produzem medo no imaginário atleticano e isso não é de hoje. Eles já tentaram de tudo, Brasileiro,  Libertadores e até na Copa do Brasil, mas a história está escrita… e ela é imutável.

Se falo Nunes… eles correm!
Se falo Zico… eles choram!

Ao avistar o Flamengo… eles tremem.

Seja na terra, seja no mar!

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SHOW DO MOZER – POR FÁBIO JUSTINO
30/10/2009, 11:57 AM
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Na Libertadores de 1984 eles viram o SHOW DO MOZER

Certamente passaram a entender melhor o significado das palavras MANTO SAGRADO, MARACANÃ, NAÇÃO e FLAMENGO.

Assista!

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MUSICA POPULAR RUBRO NEGRA – POR FÁBIO JUSTINO
24/10/2009, 9:30 PM
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Para amenizar a ansiedade e encurtar caminho de sábado para domingo, curta o melhor da MÚSICA POPULAR RUBRO NEGRA.

 

João Nogueira – Samba Rubro Negro by CeloCRF

 

 

Moraes Moreira – Vitorioso Flamengo by Alrossi

 

Jorge BenJor – Camisa 10 da Gávea by Alrossi

 

De quebra ainda rola esse som fantástico do Bebeto (Rei do Swing) cantando junto com o nosso maestro Júnior, linda canção. Uma das músicas mais bonitas em homenagem ao MAIS QUERIDO!

Quer curtir? Baixe aqui

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JOGOS INESQUECÍVEIS (11) – POR FÁBIO JUSTINO
23/10/2009, 9:22 PM
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MAGIA RUBRO NEGRA - Jogos Inesqueciveis

E a série continua. Leia e conheça o Flamengo x Botafogo inesquecível do nosso colunista Fabricio Mohaupt.

O meu Flamengo X Botafogo inesquecível foi o do dia 12/07/1992, poucos dias antes do meu aniversário. Eu havia caído de moto três dias antes e, apesar de não ter quebrado nada, estava todo esfolado e de molho em casa. Minha prima, Cristiane, foi ao jogo com muitos amigos e me zoou à vera porque eu não iria.

O jogo era a primeira partida da final do brasileiro daquele ano. Era especial porque era uma final entre times cariocas. O Botafogo teve melhor campanha e tinha a vantagem de jogar por dois empates. Porém, capitaneados pelo craque Vovô Garoto, nosso maestro Júnior, não tomamos conhecimento do Foguinho e, logo no primeiro tempo, enfiamos 3 a 0, com golos de Júnior, Nélio e Gaúcho.

Créditos Youtube – CeloCRF

A alegria era tanta que o Gaúcho, no dia seguinte, resolveu fazer um churrasco para comemorar a importante vitória e seu grande amigo, Renato Gaúcho, que estava jogando pela cachorrada, apareceu. Isso causou uma tremenda confusão e o cara acabou afastado do grupo do alvinegro. Não participou sequer do segundo jogo da decisão, que terminou empatado em 2 a 2 e nos garantiu o Penta-Campeonato Brasileiro.

Aliás, foi na preliminar do segundo jogo que aconteceu uma tragédia. Uma das grades da arquibancada cedeu e centenas de torcedores caíram no anel inferior. Muitos ficaram feridos e três morreram. Minha prima, que também foi ao segundo jogo, estava lá e quebrou a perna. Por conta disso, o Maracanã foi reformado e nunca mais recebeu o mesmo público.

Mas qual o motivo de o primeiro jogo ser o inesquecível e não o segundo? Na verdade, são dois: o primeiro, mais óbvio, foi o passeio e os três golos ainda no primeiro tempo; mas o segundo, vem de um lance maravilhoso do nosso querido Capacete, um drible desconcertante que deixou Renato Gaúcho sentado no chão sem saber para onde tinha ido o Júnior e, muito menos, a bola!

Pura Magia!

E você? Qual o seu Flamengo x Botafogo inesquecível? Envie seu relato para fabio@magiarubronegra.com.br

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PARABÉNS – POR FÁBIO JUSTINO
23/10/2009, 1:01 PM
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Ouvi uma expressão muito legal esses dias e passei a utiliza-la desde então. Nós, “os blogueiros” somos a imprensa, não a imprensa convencional e sensacionalista, porém a imprensa rubro negra.

Os caras que ficam o dia, a semana, o mês inteiro procurando na internet (e fora dela) o que compartilhar. Textos, relatos, fotos, vídeos, números, conquistas, confrontos e estatísticas. Tudo pelo Mengo.

Atitudes como essa reforçarm que o Flamengo é mesmo um clube privilegiado, talvez o mais privilegiado de todos. Tem ídolos e referências tanto dentro como fora de campo. Enquanto Zico, Júnior, Andrade e outros, são sempre parados para uma foto, uma assinatura e coisas desse tipo, não é diferente com Moraes, Dona Zica, Cláudio Cruz…

Na época que a internet ainda era uma ferramenta de uso exclusivo das Forças Armadas Americanas, eles já acompanhavam o Flamengo em todo o território nacional (e internacional). Isso é um presente de Deus, privilégio para poucos.

Enquanto eles dormiam em balsas, ônibus e calçadas. Atravessavam o país atrás do MAIOR FLAMENGO DE TODOS OS TEMPOS, um jovem apaixonado não desgrudava dos jornais antigos, revistas e calculadora. Cada um com sua forma rubro negra de ser, mas foi desse jeito que Celso Júnior tornou-se o idealizador do fantástico FLA ESTATÍSTICA.

Este carioca, morador de São Cristovão – apaixonado por confrontos e números – é o maior pesquisador da história rubro negra.

Seu site é referência para diversas obras, tais como: filmes, livros, revistas, jornais e curiosos. Dada a importância dessa figura para a cultura rubro negra, o MAGIA RUBRO NEGRA faz questão e tem a honra de parabeniza-lo por mais um aniversário.

Parabéns Celso ! Avante Mengão !

Valeu Celso! Parabéns pra você, nesta data querida…Que o presente venha no domingo!

Para quem não conhece este belíssimo MUSEU VIRTUAL, clique A Q U I!

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JOGOS INESQUECÍVEIS (10) – POR FÁBIO JUSTINO
22/10/2009, 5:50 PM
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MAGIA RUBRO NEGRA - Jogos Inesqueciveis

Meu Mundo caiu…mas sou Penta
Por Ivan Trindade (Colaborador do Magia Rubro Negra)

 

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Já éramos campeões. Na verdade, com apenas 15 anos de vida, eu já era Pentacampeão Brasileiro de futebol.

Adolescente, ia a todos os jogos na Raça Rubro-Negra. Uma semana antes, vi o vovô garoto acabar com a cachorrada, até então tida como favorita ao título. Perdoai-os Pai, pois eles não sabem o que dizem. Vi ao vivo os dois dribles desmoralizantes de Junior em Renato “Já fanfarrão” Gaúcho. Vi os três gols que decidiram o campeonato, mesmo que fosse apenas o primeiro jogo. Vi o canil, do lado oposto, o lado errado, o lado da derrota, ficar vazio, mais vazio, até sumir. Não reapareceu até hoje.

Mas o jogo da minha vida aconteceu mesmo uma semana depois, no dia 19/07/1992, apenas quatro dias antes do meu 16º aniversário.

Você nunca sabe quando pode morrer, o que pode acontecer qualquer dia desses. Pois o domingo, 19, poderia ter sido um desses dias em que eu poderia ter morrido. O 422 (Cosme Velho-Grajaú) já foi um presságio de que a paixão e a certeza da conquista poderiam ser demais para um final feliz. Lotado, abarrotado, ameaçando virar a cada curva. Mas cheguei.
Aos 15 anos, quase 16, não queria segurança, mas desafio. Ia aos jogos no meio da Raça Rubro-Negra. Meu pai, cauteloso, foi de cadeira, mas por um acaso ficou bem embaixo da Raça.

Em grandes jogos, quem é Rubro-Negro, sabe que tem que dividir seu metro quadrado na arquibancada com pelo menos dois irmãos de fé. Mas aquele domingo havia ainda mais gente. Tomávamos mais de 85% do estádio.

Quando ouvi o tiro, se é que ouvi, se é que foi realmente um tiro, só deu tempo de olhar para cima e ver a onda de gente vindo para cima. Ia morrer. Soterrado em corpos dos meus próprios irmãos Rubro-Negros. Pelo menos uma perna quebrada, ou braço. Mas não. Nada aconteceu. Pelo menos comigo. Meu pai, lá embaixo, viu a chuva de gente e pensou que um daqueles pingos poderia ser seu filho, 16 anos incompletos, que ia sempre na Raça.

Foi ajudar no socorro. Olhou rosto por rosto para ver se reconhecia o rebento. Não achou e ficou mais tranqüilo. Num tempo ainda sem celulares, só soube ao certo mais de duas horas depois, quando consegui ligar para casa, já meio bêbado e totalmente Pentacampeão.

O meu Flamengo x Botafogo inesquecível teve morte, teve solidariedade, grito de gol e choro de Pentacampeão.

Não esqueço que quase morri.   

E você? Qual é o seu Flamengo x Botafogo inesquecível? Mandeu seu relato para fabio@magiarubronegra.com.br

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JOGOS INESQUECÍVEIS (9) – POR FÁBIO JUSTINO
21/10/2009, 8:20 PM
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MAGIA RUBRO NEGRA - Jogos Inesqueciveis

E a parada do ‘Jogos Inesquecíveis’, fica melhor a cada relato, tivemos a honrar de postar o belíssimo texto do nosso cumpadi Arthur (Urublog). Agora, quem chega na casa é o grande amigo e também blogueiro fanático Luis Eduardo do Saudações Rubro Negras.

Fuçando o iutubi, acabei encontrando o vídeo desta belíssima e merecida surra mencionada pelo grande Luis.

Curtam o relato dele e não deixem de assistir o vídeo, sem sombra de dúvidas… um show a parte!

Sobre o jogo inesquecível: eu não estava no Maraca nos 6×0 de 1981, pois tinha apenas 7 anos. Mas em 1985, aos 11 anos assisti ao Flamengo x Cachorrada que marcou a minha vida.

O Foguinho vinha em grande fase e (incrível) sua pequena torcida compareceu em bom número. Logo de cara levamos 1×0, gol do Elói. O que se viu depois foi um passeio humilhante do Mengão. Adalberto (2), Heider, Adilio, Chiquinho e Gilmar Popoca destruíram com eles.

Me marcaram: O 5º gol (Adalberto), entrando com bola e tudo; o 6º gol, em que o Andrade driblou vários e Gilmar fez no rebote, caindo em prantos logo depois.

Esta foi realmente uma emoção indescritível para mim. Ainda um menino de 11 anos, triste com a venda do Zico.

E você? Qual é o seu Flamengo x Botafogo inesquecível? Mande o relato para fabio@magiarubronegra.com.br

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