
Para amenizar a ansiedade e encurtar caminho de sábado para domingo, curta o melhor da MÚSICA POPULAR RUBRO NEGRA.
João Nogueira – Samba Rubro Negro by CeloCRF
Moraes Moreira – Vitorioso Flamengo by Alrossi
Jorge BenJor – Camisa 10 da Gávea by Alrossi
De quebra ainda rola esse som fantástico do Bebeto (Rei do Swing) cantando junto com o nosso maestro Júnior, linda canção. Uma das músicas mais bonitas em homenagem ao MAIS QUERIDO!
Quer curtir? Baixe aqui
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
FALE COM A GENTE – fabio@magiarubronegra.com.br
![Charanga1[1] Charanga1[1]](http://magiarubronegra.files.wordpress.com/2009/10/charanga11.jpg?w=249&h=210)
Você consegue imaginar o Maracanã, o Flamengo, sem a festa que as suas ORGANIZADAS proporcionam na arquibancada?
Se a sua resposta foi NÃO, concordo plenamente com você…
Agradeço Zico e sua geração pelos maiores títulos da história e agradeço a Cláudio Cruz (fundador da RAÇA RUBRO NEGRA), Jayme e Dona Laura (fundadores da CHARANGA) pelo início e a contribuição a essas manifestações que até hoje emocionam e muito a todos que a assistem ou dela participam.
Cláudio Cruz permanece, guerreiro e lutador como sempre, porém Seu Jayme já nos deixou e Dona Laura… o “acompanhou” nesta madrugada.
O presidente Marcio Braga determinou luto oficial de três dias e solicitou um minuto de silêncio antes do jogão deste domingo entre Flamengo e Palmeiras, no Palestra Itália.
A familia ainda não comunicou horário e local do sepultamento.
Eu sigo daqui imaginando o barulho que eles vão fazer esta tarde… César Cruz, Jayme de Carvalho e Dona Laura…
“Pode chover, pode o sol me queimar/Que eu vou pra ver/A charanga do Jaime tocar”
MAGIA DE LUTO!
EQUIPE Magia Rubro Negra
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No início deste ano, meu irmão (vascaíno) me liga e diz:
“Dedé… hoje lá no Hospital do Dr. Mafussi vai haver um churrasco, e vão estar o Rondinelli, o Nunes e o Zé Carlos. Quer dar uma passada lá?”
Lógico que passei, e lógico que levei um de meus Mantos Sagrados, pra pegar um autógrafo dos caras.
Chegando lá, no último pavimento do Hospital, onde tem uma quadra de futebol de salão e uma churrasqueira, estavam um bando de homens de todas as idades, já comendo e bebendo e batendo o maior papo.
Cheguei de mancinho, fiz a social com o Dr. Mafussi, um libanês Rubro Negro, que por estar patrocinando o “Jogo das Estrelas” estava recebendo nossos craques para um churrasco, junto de seus funcionários do hospital e alguns tantos Rubro Negros penetras como eu.
Passado um tempinho, e antes das palavras dos Jogadores e do anfitrião, eu puxei a conversa, e para o Zé Carlos disse: “Zé… este é o problema de jogar no Flamengo, tem que ser tietado por homem velho e barbado, mas é o preço que se tem que pagar.” e ele com um sorriso e se levantando da cadeira, me deu um abraço, pegou a camisa e autografou, repassando para o Rondinelli e para o Nunes.
E então falou que tinha o maior orgulho de ter jogado pelo Flamengo, e que tinha muito prazer em atender os torcedores, porque nós sim eramos o Flamengo.
Eu agradeci a presença deles, e completei que eles deveriam ser felizes por participar de uma época no futebol, onde os jogadores se identificavam com um time só, e faziam história, e eram lembrados eternamente pelos torcedores. Só sei que o papo rolou por muito tempo, o Zé falou, Rondinelli também, Nunes falou pouco e disse que o negócio dele era fazer gols e não discursar.
Foi uma noite simples, mas sai de lá como um menino que acabara de receber um presente que tanto queria. Fui para ver Nunes e Rondinelli, e acabei me surpreendendo com a simpatia e a atenção de nosso grande goleiro.
Vá com DEUS Zé Carlos, e saiba que seu nome estará para sempre na história do Flamengo, e nas lembranças de nossa grande Nação.
André Costa – EQUIPE Magia Rubro Negra
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Ele jogou, treinou, coordenou e dirigiu. Ainda hoje marca seus golzinhos com o manto sagrado.
Pelo Flamengo ele fez de tudo um pouco. Fez sorrir, fez comemorar.
Deu sangue, deu suor, deu a alma. Deu carioca, deu brasileiro, Libertadores e Mundial.
A ele – que sempre nos atende e nos recebe muito bem – os parabéns da EQUIPE Magia Rubro Negra e todos que aqui visitam e frequentam.
Valeu Léo ! Valeu Junior !
Obrigado pelos 874 jogos, 77 gols e incontáveis títulos.
FELIZ ANIVERSÁRIO.
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br
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Quando todos acham ter visto tudo que a torcida do Flamengo é capaz de fazer, acaba se surpreendendo. O ‘estoque’ de criatividade é sempre alto e como coelho na cartola do mágico, as coreografias, as canções, as provocações não param de surgir.
Dessa vez a homenagem é mais que previsível, porém o resultado é fantástico. E o mais importante é destacar que a idéia saiu aqui do nosso site. Uma bela parceria entre o MAGIA RUBRO NEGRA e as principais organizadas do Flamengo.
Se você é ansioso (a) e quer saber como será essa homenagem, é simples (risos) ao morador do Rio de Janeiro, basta comprar a edição de hoje do Jornal VENCER. Acompanhe na íntegra uma super matéria sobre esse grito de guerra que será entoado hoje no Maraca, juntamente com todo o vasto repertório de músicas tradicionais e inovadoras que nossa torcida canta em todas as partidas.
É de arrepiar !!!!
MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br
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Magia Neles!
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Luís Carlos Nunes da Silva é carioca e nasceu no dia 19 de Novembro de 1937, você lembra desse nome? É bem provável que não, na Gávea e em toda a história RUBRO NEGRA ele é mais conhecido como Carlinhos, para os mais antigos: Carlinhos Violino, devido sua grande classe e toque de bola refinado. Há 51 anos atrás (13/04/1958) este belíssimo meio-campo fazia sua 1ª partida como profissional no MENGÃO.

Busto do ex-jogador e técnico do Flamengo, Carlinhos, na Gávea nos seus 70 anos.
Carlinhos possui uma invejável marca de 880 jogos pelo Flamengo, sendo 517 como jogador e 313 como técnico. No decorrer de todos estes anos, o Violino conquistou (como jogador) o Torneio Início do Campeonato Carioca (1959), Torneio Rio-São Paulo (1961) e os Campeonatos Carioca (1963 e 1975) e (como treinador) Taça Guanabara (1988 e 1999), Campeonato Carioca (1991, 1999 e 2000), Campeonato Brasileiro (1987 e 1992) e a Copa Mercosul (1999).
Carlinhos nunca foi expulso de campo, por isso foi um dos poucos jogadores a ganhar o extinto prêmio Belfort Duarte. Sem dúvida um dos grandes momentos de Carlinhos como jogador foi o Fla-Flu decisivo do campeonato de 1963, quando liderou o time no empate de 0×0 que deu o título ao Flamengo. Naquele jogo, no dia 15 de dezembro, registrou-se o maior público entre dois clubes no futebol brasileiro: 177.020 torcedores, fora os penetras e caronas.
Nessa partida 16.947 espectadores não pagaram ingresso.
Carlinhos, o MAGIA RUBRO NEGRA tem a honra de homenagea-lo, com simplicidade, mas com muita gratidão por tudo que fez e ainda faz pelo nosso querido MENGÃO, Obrigado e que você dê ao MAGIA a oportunidade de comemorar esta data ainda por longos e longos anos.
Valeu Violino – Magia Neles !
Fonte: Site do Flamengo – O Negro e o Rubro, Ruy Castro.
Fábio Justino – fabio@magiarubronegra.com.br



