Arquivado em: Vovô Rubro Negro

Muitos, quando olham meu avô na rua ou no próprio clube, não sabem a importância dele dentro do Flamengo, pelo menos nos últimos 60 anos. Pois bem, aqui está uma bela homenagem feita pelo clube a um dos mais antigos dos 113 conselheiros do Flamengo. O clube deu uma camisa comemorativa oficial da olimpikus aos conselheiros vivos, com tecido oficial. O mais legal da camisa, além da belíssima homenagem, é a parte de cima preta, que lembra a camisa de 1993, quando disputamos a libertadores da América com este modelo.

Meu avô, Luiz Fernando de Macedo Reis, acredito que pela primeira vez, sorriu com uma atitude do Flamengo. Estamos sentindo que o astral no Flamengo melhorou muito depois da chegada da nova empresa de material esportivo. Digo isso, porque eles não poupam esforços na hora de produzir as mais variadas roupas do Mengão.

Magia Neles!
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Meu avô teve um mal súbito esta semana e foi internado no São Lucas. Ele foi submetido à uma complicada operação na quinta-feira à noite e até ontem não saberíamos dizer quando seria a sua alta. Eis que na manhã deste domingo ele acorda e levanta o encosto da cama sozinho, chama as enfermeiras e manda chamar o médico, pois queria ser liberado. O médico chegou, lhe deu um antibiótico e lhe deu alta. Na manhã do Fla Flu, levantou da cama, com uma sonda e um saquinho xixi à tira-colo e caminhou. Chegou em casa, sentou em sua poltrona e, juro por Deus, espera pelo Fla Flu já comendo amendoin, ansioso como quem nunca viu um Fla flu.
Não importa se ele é Flamengo, mesmo que fosse tricolor, o que importa é que a magia deste clássico é tão intensa e tão fenomenal que, como Nelson Rodrigues dizia, “os doentes saem de suas camas”. Que os mortos saem das tumbas sabemos que não é verdade, mas tive a prova de que uma pessoa bem doente pode se curar por vontade de ver um Fla Flu. Estou realmente emocionado com o dia de hoje. Não importa quem vencerá e sim que o meu amor pelo futebol hoje ficou ainda mais forte.
Saudações Rubro-Negras
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Na última quinta-feira, liguei minha televisão no canal em que passaria o jogo do Flamengo, sentei em minha escrivaninha e aguardei a entrada do meu time em campo, tomando um copo de leite, mastigando um biscoito Maria e fazendo minha cruzadinha, mas algo tirou minha calma. Vi um time entrar em campo com uma camisa de listras finas, que borravam aos meus olhos e não dava nem para perceber que eram faixas rubro-negras. Pensei neste momento se aquele poderia ser o Flamengo e cheguei a mudar de canal, para ver se estava certo. Para minha triste constatação, sim, era o Flamengo. Eu já estava chateado em saber que a camisa estava sendo usada sem minha aprovação, já que sou conselheiro do clube, e sem a aprovação dos demais conselheiros. Já não mais temos importância ao Flamengo. Os verdadeiros Rubro-Negros não são mais bem vindos por lá. Ok, me acalmei e decidi torcer pelo time, que o narrador insistia em chamar de Flamengo. Foi quando eu vi a gola de sabiá de papo amarelo. Pelo amor de Deus. O Flamengo não tem amarelo. Nosso time é Rubro-Negro. É triste, mas o primeiro castigo dos Deuses do Futebol já veio na quinta-feira e a camisa está amaldiçoada.
Caros amigos, minha intenção não era assustar nenhum de vocês, que acessam o site em que meu neto escreve junto de seus amigos, mas eu queria expor a minha insatisfação com esta medida de adotar uma camisa sem ao menos passar por aprovação do conselho do clube. Outra coisa que eu gostaria de comentar é a saída do Marcinho. Esse aí já foi tarde. Desagregador de grupo, como alguns que ainda estão por lá. Ele não queria jogar no Flamengo então que vá embora. Quanto ao jogo de Domingo, que os Deuses do Futebol não castiguem quem nada tem a ver com as burradas dos dirigentes, pois somos nós que sofremos.
Saudações de um grande Rubro-Negro!
Magia Neles!
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Surge o mais novo “velho” personagem no mundo digital. Sim, velho apenas na idade (79 anos), mas um garoto de cabeça. Luiz Fernando de Macedo Reis, avô do paparazzo Gabriel Reis, um dos administradores do nosso site, lê diariamente os três principais jornais do Rio de Janeiro e assiste em suas três televisões do quarto tudo quanto é programa esportivo que vocês possam imaginar.
O apelido dele é “Sibiti” (nome de uma espécie de pássaro que faz um barulho similar ao Tsc). Assim ele ficou conhecido pelos amigos de copo, porque costumava fazer muito o barulinho “tsc tsc tsc”, reclamando quando jogava suas partidas de tênis no Clube dos Macacos, Flamengo e Monte Líbano.
Apaixonado pelo Flamengo, Sibiti é sócio-proprietário do clube, conselheiro e integrante da Boca Maldita, um dos maiores movimentos de todos os tempos do clube.
A partir deste post de número 200, histórico por sinal, do Magia Rubro Negra, ele estará nos presenteando com suas opiniões seguras sobre tudo que envolva a instituição Flamengo. Nesta estréia, nada melhor que comentar o choro vergonhoso do vice Botafogo.
Magia Neles!



