Magia Rubro Negra


MÚSICA PARA AS ORELHAS DE CHICÃO – POR BREILLER PIRES [VIA ROLABLOG] by @fabiojustino
11/02/2010, 2:10
Filed under: Colunas, Giro Na Imprensa

Excelente post encontrado no fantástico ROLABLOG do craque Breiller Pires (amigo do MAGIA e colaborador da Revista Placar), leia e divirta-se.

Chicão: bom da cabeça, doente do ouvido

A conquista do penta (ou seria tetra?) pelo Flamengo, em 1992, pode ser atribuída ao pique do “vovô” Júnior ou à vocação de eterno freguês do rival.

Mas, para o ex-goleiro Gilmar Rinaldi, titular do Flamengo naquela final contra o Botafogo, outros dois personagens contribuíram decisivamente para o caneco rubro-negro: a torcida e Chicão, o matador.

Num bate-papo despretensioso, Gilmar revelou ao RB que, após a partida, conversou com o atacante Chicão, artilheiro do Botafogo no Brasileiro de 92, com 12 gols.

Chicão vinha se destacando na campanha do Glorioso, mas se machucou na reta final e só voltou ao time no último jogo, quando o Botafogo precisava reverter uma vantagem de três gols imposta pelo Flamengo na primeira partida da decisão.

Vindo da Ponte Preta, Chicão chegou ao Botafogo em 91. Suas principais virtudes eram a impulsão e a presença de área. Oportunista, não perdia um gol de cabeça.

Era querido pelos botafoguenses, que depositavam nele a maior esperança de gols para bater o Flamengo naquela decisão. Só não contavam com uma surpresinha da torcida rubro-negra, como conta Gilmar.

“Entramos em campo e nossa torcida começou a cantar uma música debochando do Chicão. Cantaram o jogo inteiro e ele ficou maluco com aquilo, não conseguiu se concentrar. A torcida do Flamengo deu uma mãozinha e tanto pra gente”.

Chicão não marcou. Conseguiu, no máximo, acertar o travessão numa cabeçada. Apagado no jogo, acabou substituído. Confessou mais tarde a Gilmar que a torcida do Flamengo o havia deixado tonto.

Na música, os torcedores tiravam sarro das orelhas e até mesmo do “imponente” casco do centroavante, que naquele dia não guardou nenhuma bola nas redes.

A final terminou em 2 a 2. O Flamengo saiu campeão. E o futebol, descredenciando céticos e pragmáticos, provou que torcida ganha jogo. Ou, na pior das hipóteses, anula o cabeça do time adversário.

Excelente post né? Muito em breve outras brilhantes matérias do grande Breiller Pires.

MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
paixao@magiarubronegra.com.br

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1 Comentário so far
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Somente uma observação: Esta música foi criada para o Chicão na decisão do 2º Turno do Estadual de 1991. Chicão disputava com Gaúcho a artilharia do campeonato. A Torcida do Botafogo cantava: Chicão, Chicão, ô ô ô ô ô ô ô ô ô ….
E a do Mengão fez a paródia: Chicão, Chicão, FDP , cabeçudo e orelhão…
A final terminou 2×2 e no jogo extra, Fla 1×0.
Essa música foi assunto na Cidade por um longo tempo.
Valeu pelo texto e pela lembrança deste engraçado fato histórico

Comentário por Marcelo Espíndola




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