Magia Rubro Negra


Boas-Vindas
13/01/2011, 15:09
Filed under: Colunas

A novela acabou (Graças a Deus!) e teve um final feliz para a imensa Nação. Ronaldinho Gaúcho é do Mengão! O retorno para o Marketing é inegável: nosso nome, nossa marca, estará ecoando pelos quatro cantos do planeta. Onde o cara chega há uma enorme movimentação. Mantos Sagrados com o nome dele já são vendidos à rodo a menos de um mês de uma troca de patrocinador, o que significa novo Manto e novas vendas. Mas como será o retorno em campo?

Confesso que tinha muito mais dúvidas sobre isso uns dias atrás que hoje. O cara, a exemplo de Adriano e Pet em 2009, tem tudo para reencontrar a alegria de jogar no Mais Querido. Ele se diz motivado com todo o carinho que recebeu por parte da Massa Rubro-Negra e se diz disposto a voltar à Seleção. Além disso, tem como modelo o ídolo Zico. Tem ou não tem tudo para dar certo? Só depende dele.

Mas o show mesmo ontem não foi do nosso novo Camisa 10, nem dos artistas que por lá estiveram (e foram muitos). Foi, sobremaneira, mais uma vez, dos milhares de Cidadãos Rubro-Negros, que lotaram a Gávea, cantaram como se estivessem no Maraca e fizeram uma festa de boas-vindas digna de uma comemoração de título. Lindo de se ver!

Imagem: Pablo Jacob

Concordo com o Ivo Meireles, presidente da Mangueira: o primeiro jogo do R10 será lotação máxima. Pena que o palco não será o Maracanã, nossa casa e o local mais digno para uma festa deste porte. Aliás, onde será? É bom escolherem um lugar e se prepararem para uma multidão.

Dou boas-vindas e desejo, do fundo do meu coração, que ele reencontre sua alegria e seu futebol sob o pendão rubro-negro. Técnica e talento ele sempre teve. Só faltava vestir o Manto Rubro-Negro e fazer parte desta imensa Nação. Assim, agora, ele tem todas as ferramentas necessárias para desenvolver seu melhor trabalho e se tornar um verdadeiro ídolo do nosso amado Flamengo. No que depender de nós, MAGIA não faltará! O Ronaldinho é nosso!

Magia Neles!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
Twitter: @titomohaupt

Anúncios


Enfado
06/01/2011, 18:45
Filed under: Colunas

Ano novo, vida nova! Velho jargão! Entretanto, continuamos cometendo os mesmos erros. Nós, eu digo, como Nação. Sendo simpático e não querendo nomear aqueles que todos sabem serem responsáveis. O que estamos vivendo neste momento com as negociações em volta do nome de Ronaldinho Gaúcho é uma das coisas mais ridículas que eu já vi. Uma novela tragicômica que está a um fio da comédia pastelão.

Ridículo o papel dos clubes envolvidos neste “negócio” que o irmão empresário está fazendo. Um circo! Assis é o mestre do picadeiro, o Ronaldinho Gaúcho é a atração da vez, não sei ainda se o herói ou a aberração, os dirigentes são os atrapalhados malabaristas acrobáticos e nós, os Cidadãos Rubro-Negros e os torcedores dos outros clubes, somos os palhaços.

Um show de horrores que não leva a lugar algum e nunca acaba. Não vou discutir se o cara é bom ou se não é. Se será bom para o clube ou não. O que eu tenho certeza é que esta interminável novela já está fazendo mal. Em vez de fecharmos o elenco com outras contratações e fazermos uma pré-temporada decente, vamos começar o campeonato com sabe-se lá que equipe. E ainda dirão que a culpa é do técnico que não deu padrão de jogo e não treinou jogadas ensaiadas.

Estou preocupado. Só vejo problemas em torno desta negociata bisonha e enfadonha. Vejo jogador reclamando que seu salário está defasado e aí chega um cara novo que vai ganhar, em dia, de cinco a dez vezes mais que os outros. Como isso se refletirá em campo? Será que o futebol terá mais importância que o pagode, os churrascos, as noitadas e a praia? Não sei. Não sei mesmo.

O que eu sei é que isso já deu o que tinha que dar e qualquer coisa além beira as raias do absurdo. O que eu quero é uma equipe equilibrada, encorpada, com jogadas ensaiadas, de linha de fundo, que saiba tocar e cruzar. Mas não vejo nossos dirigentes conseguirem isso. Só colecionam micos. Neste caso, o mico pode acontecer se perderem o leilão (e é isso que é) ou se o ganharem. Seria o material mais caro para a coluna Micos do Magia.

Galera do Magia, o que vocês acham disso tudo? Não estou perguntando se acham que o cara é bom jogador. Estou perguntando o que acham desta novela e o que acham que ele vai representar para o clube. Qual a opinião de vocês? Adoraria este feedback. Pode ser que me faça ver as coisas de outra maneira. Tudo é possível.

Magia Neles!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
Twitter: @titomohaupt



HORA DE ACORDAR! – POR FABRÍCIO MOHAUPT
09/08/2010, 10:37
Filed under: Colunas

Domingo, Dia dos Pais. Reunião de família. Filhos, afilhada (que é uma filha), irmãos, pais, tia e sobrinhas. Três gerações reunidas para um almoço farto e delicioso, com direito a vinho branco e tudo. Para completar, um pote de Häagen-Dazs de doce de leite no sofá. Tudo perfeito para o início do jogo. Mas, que jogo?

Uma pelada sonolenta que, misturada à lombeira – resultado do almoço regado -, fez-me batalhar durante duas horas com meus olhos que insistiam em se fechar. Parece ctrl-c + ctrl-v, mas foram erros de passe e lançamento em profusão, nenhuma jogada ensaiada, cobranças de falta bisonhas e a nítida e clara impressão, para não dizer certeza, de que além de precisarmos de atacantes e um meia, precisamos também de um técnico.

Sei que a equipe tem suas limitações, mas nada explica que joguemos sem técnica, sem tática e, muito menos, sem vontade e raça. Kleberson, mais uma vez, foi de uma inutilidade tremenda. Aliás, Borja e Val Baiano também. Pet não estava em um bom dia. Aí, como fazer gol? Como diz a máxima, quem não faz, leva. Levamos e voltamos para casa com outra derrota. Estamos descendo ladeira abaixo na tabela e sem esperança de melhora. E tem gente que põe a culpa na camisa de ontem.

Já viram a pança do Renato Abreu? O urubu-rei está totalmente fora de forma. E o que esperar do Leandro Amaral, que não joga há mais de ano? São boas contratações? Creio que sim, mas não são imediatas, não são aquelas que já chegam jogando, aquelas que precisamos neste momento.

Já estamos na décima posição, há quatro jogos sem vencer e há três sem marcar um golzinho que seja. Se continuar neste ritmo, não preciso nem falar no fantasma que vai começar a nos rondar e assombrar, não é? ACORDA, MENGÃO!!!

MAGIA NELES!!!
EQUIPE
Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br


Favorito? Onde? – Por Fabrício Mohaupt
02/08/2010, 20:25
Filed under: Colunas

Esta história de favoritismo é uma balela. Ainda mais em um clássico regional como este. A rivalidade fala mais alto, a torcida cobra e os brios são provocados. Bobagem acreditar que um time é favorito apenas por causa de uns nomes contratados. Filipe Chinelinho? Zé Boteco? Isso é para meter medo? O craque dos caras foi o goleiro! A mãe dele foi a pessoa mais xingada no planeta ontem.

Difícil é jogar sem ataque e com um Kleberson errando passes e lançamentos a torto e a direito. Fica quase impossível. Mesmo com o Léo Moura e o Juan reencontrando o futebol. Meu irmão comentou comigo que o Penta Campeão Mundial está fazendo de propósito. Será? Não sei. Sei é que ele não vem jogando algo que preste há algum tempo. Jogadores que merecem destaque: o Willians, por ser o incansável lutador que é, e o Lomba, seguro, mesmo sendo pouco exigido.

A verdade é que o jogo foi fraco, de dar sono. Só deu emoção depois dos 41 minutos do segundo tempo. Fora isso, alguns lances bonitinhos (que, como minha irmã sempre diz, é o feio arrumadinho) e esporádicos. Os vascocoínos tiveram mais volume de jogo, mas se alguém esteve mais perto de ganhar foi o Mengão. Não há o que discutir.

O Prass fez uma sequência milagrosa ao defender três vezes seguidas em um lance só e ao espalmar a cobrança de falta do Pet no finalzinho. Foram as quatro bolas mais perigosas do jogo, sem dúvida alguma. Ainda assim, é muito pouco para o Mais Querido. Não dá para ficar jogando a bolinha de ontem em um campeonato como o Brasileirão. Era para ter crucificado os caras na própria cruz.

O tal do Borja lembra-me o Obina, só que ainda sem os golos de sorte, mas tão atrapalhado quanto. Quem já me conhece sabe o quanto gosto do Obina, não é? Precisamos de alguém com qualidade para jogar ao lado do Pet e de atacantes que consigam, pelo menos, atacar. Torço para que o Borja queime minha língua e para que o Val Baiano reencontre sua forma física e consiga meter os golos que precisamos. Porém, torço ainda mais para que deixem o Galinho contratar bons artilheiros matadores.

Para encerrar, não me levem a mal, mas desde quando aquela trupe da colina pode ser favorita contra o Mengão? Mesmo que jogássemos com onze Borjas, ainda seria mais meu Flamengo. Eles tremem ao verem este Manto. E isto me foi dito por um ilustre vascocoíno, ex-vice de futebol de lá, que ouviu de seus jogadores que jogar contra a nossa Nação é algo totalmente diferente para eles. Há um medo perene.

Favoritismo? Deles? Ora, faça-me o favor!

MAGIA NELES!!!
EQUIPE
Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br


Simetria – Por Fabrício Mohaupt
01/08/2010, 6:22
Filed under: Colunas

Vou contar uma coisa que pouca gente sabe e só vou contar porque a figura principal da história é o maior ídolo esportivo que eu tenho, ao lado apenas de Ayrton Senna. Para mim, não existe Pelé e, muito menos, Maradona, quando se fala em futebol. Estou, porém, adiantando-me. Vamos do início.

A história começa em mil, novecentos e setenta e tal. Eu, um menino novinho, com um pai vascaíno que nunca ligou para futebol e do qual recebi as paixões pelo cinema e pelos quadrinhos – mas isso é outra história. Apareceu, então, meu tio Peck, um pernambucano da pacata e distinta cidade de Panelas, no interiorzão de Pernambuco, que veio para o Rio e se tornou um apaixonado torcedor do Botafogo. Eu e meus irmãos éramos vidrados neste tio, o mais novo dos vinte e seis filhos do meu avô materno. Um dos caras mais bacanas que conheci e o tio mais presente.

Além dele, uma amiga de trabalho da minha mãe, a Dra. Márcia, a botafoguense mais fanática que já vi (afinal, torcedor fanático do alvinegro é raro) e a primeira mulher que eu conheci a discutir futebol de igual para igual com o mais entendido dos entendidos do esporte bretão, fez de tudo, junto com ele, para me transformar em um torcedor do time do estádio “Vazião”.

O fato é que quase conseguiram. Levaram-me a jogos, cantavam-me hinos e me faziam torcer pelo time deles. Não esperavam, porém, que eu fosse resgatado de destino tão cruel e sofredor. O Salvador veio de Quintino e foi ele, com uma ligeira ajuda do Capacete, que fez de mim o mais que apaixonado CIDADÃO RUBRO-NEGRO. O Galinho, meu ídolo maior do futebol (e o de muita e muita gente), fisgou o meu coração para o FLAMENGO.

O que me impressiona é que não dá para dissociar a imagem do Zico da imagem do Flamengo. Elas se confundem. SEMPRE!!! São simétricas. Não há quem tenha a mesma interação. O único que chega próximo é o Mestre Junior. Não existe presidente, diretor, técnico ou jogador com a mesma identificação. Representante maior de uma imensa Nação!

Devo a este cara todas as emoções que tive ao longo dessas três décadas de amor rubro-negro.  Um cara que sempre suou sangue vermelho e preto. Que nunca se disse de outro time, mesmo quando trabalhou para tantos outros depois. Um cara que respira Flamengo, mesmo estando do outro lado do mundo.

A primeira coisa que fiz quando cheguei ao Magia foi ir ao encontro que o Moraes promoveu com o nosso ídolo. Pessoas, tremi na base quando o Justino e o Holanda pediram-me para fazer este “serviço”. “Você topa?”, perguntaram. “É claro!”, respondi. Larguei o escritório e saí correndo para o encontro, sem conseguir arranjar uma câmera fotográfica.

Lá, vi o Galinho receber mais de cinquenta pessoas com um sorriso estampado no rosto durante horas. Assinou tudo o que colocaram na mão dele: camisas, bonés, revistas, livros, faixas e uma infinidade de coisas. Tirou inúmeras fotos e atendeu cada um dos seus fãs. Um rapaz de quase dois metros de altura veio da Bahia para este encontro. Quando viu o Galinho, começou a chorar. Quando viu, Zico deu um tapinha no ombro dele e disse: “Tá chorando por quê, cara? Isso aqui é Flamengo, é só alegria.”. Galera, a gente estava no CFZ e ele disse que aquilo ali era Flamengo. Se eu já o admirava, imaginem a partir daquele momento.

É O cara da história do mais querido. Um homem honrado que sempre transbordou confiança e inteligência por onde passou. O que ele fizer pelo clube, assino embaixo. Por mais que digam coisas contra ele e inventem crises que não existem. Confio plenamente nele e sigo esperançoso de um futuro melhor para a nossa Nação.

MAGIA NELES!!!
EQUIPE
Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br


Desabafo! – Por Fabrício Mohaupt
17/06/2010, 18:10
Filed under: Colunas

Tenho escutado muita gente reclamando do nosso Mengão. Ora, tenho que admitir, também solto alguns impropérios por conta das promessas de contratações e suas frustrantes resoluções. Além disso, ver o suposto profissionalismo dos nossos jogadores virarem birra porque um diretor trocou um funcionário por outro é algo de doer. Parece a Casa da Mãe Joana.

A alegria de ver o Galinho comandando o futebol fica eclipsada pela ignorância de quais armas ele dispõe para armar o mais querido. O que pode nosso maior ídolo fazer se não lhe derem condições de trabalho? Entretanto, tudo isso é pouco diante da confiança que depositamos nele. Zico é um profissional apaixonado, não entra em furadas e sabe conduzir seus negócios com a mesma maestria que conduzia a gorduchinha.

Hoje, entrei no carro para me dirigir ao escritório para a labuta diária. Como não podia deixar de ser, coloquei música. Um CD de escolhidas da nossa MPB. Dentre elas, surgiu a voz de Luciana Mello cantando Boa Noite, letra do rubro-negro Djavan. Vieram, então, os versos:

‘Inda bem que eu sou Flamengo
Mesmo quando ele não vai bem
Algo me diz em rubro-negro
Que o sofrimento leva além
Não existe amor sem medo

O sentimento ruim, a desesperança e a descrença desapareceram. Eu sou Flamengo, porra! Não sou um técnico, um jogador ou um Zé Ruela qualquer. Eu sou Mengão! Sou uma NAÇÃO! Sou sangue, raça, glória, tradição, amor, títulos, força e paixão! Que os nomes das estrelinhas passem, poucos são aqueles que conseguem escrever seu nome nessa incomensurável história. O resto é apenas resto, arroz de festa. Nada além.

Os torcedores dos menores (não disse outros porque não somos torcedores, somos cidadãos) vivem dizendo que somos marrentos, chatos e que estamos por cima mesmo nos maus momentos. Somos mesmo! Podemos! Somos gigantes! Não temos culpa se nossa sombra cobre a pequenez deles. Não vou deixar um torcedorzinho qualquer tirar o meu orgulho. Sou Flamengo e não há coisa alguma mais mágica que o vermelho e o preto.

MAGIA NELES!!!
EQUIPE
Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br



Gambás Cabisbaixos – Por Fabrício Mohaupt
07/05/2010, 2:31
Filed under: Colunas

Alô, Galera do Magia! Que sufoco do carvalho! Não que o Corinthians tenha assustado. O que assustou foi o nosso primeiro tempo. Meu amigo Pedro Saija disse-me no intervalo: “o David não viajou pra São Paulo… colocou um clone fabricado na china pra vestir a camisa dele”. Eu digo mais: o Flamengo inteiro era um clone chinês no primeiro tempo, daqueles que se vende em loja de R$ 1,99. Um time mal armado, desarrumado, sem pegada e sem vontade, que errava todos os passes, todos os lançamentos. Só dávamos chutões e víamos o time da casa jogar. O Pacheco então, em meio a tanta coisa ruim, conseguiu ser o pior.

Mas eis que começa o segundo tempo e a Magia Rubro Negra começou a funcionar. Confesso que fiz cara feia quando anunciaram Kleberson no lugar do Pacheco, mas dou a mão à palmatória: o cara deu equilíbrio ao time, deu opções e jogou muito, mesmo errando passes. Para mim, entretanto, o que mudou mesmo foi a postura do time em campo. A apatia deu lugar à vibração, a falta de vontade deu lugar à raça e os erros deram lugar à bola trabalhada, tocada e bem jogada. Fizemos um gol, mas poderíamos ter feito mais. O empate ou a vitória não seriam resultados absurdos.

O time voltou jogando para frente, mais organizado e mais equilibrado, jogando em grupo. A entrada de Kleberson deixou o Maldonado mais à vontade para jogar. O David incorporou naquele clone e arrumou a defesa e o Vagner Love fez das tripas coração para sair de lá com a classificação, calando as bocas de milhares de gambás otários, que viram o centenário ir para a casa do carvalho. Foi um gol de artilheiro e de categoria. Repito mais uma vez, queimei a língua com este cara. Ele não é o artilheiro do amor, mas O Artilheiro do Amor ao Mengão. Ele se entrega e luta como um verdadeiro rubro-negro. É de encher de orgulho.

Mas e aquela falta no finalzinho do jogo? Eu e muitos amigos lembramos do jogo contra o Internacional em que o Andrezinho, de falta, no finalzinho, fez o gol e nos mandou para casa e para fora da competição. Momento de apreensão pura. Meu coração pululava, Minha hipertensão fazia minhas têmporas latejarem. Eu cruzei os dedos e rezei a São Judas Tadeu. Minhas preces (e as de milhões de cidadãos da nossa nação) foram atendidas e um iluminado Bruno fez a defesa do ano, aquela que nos garantiu nas quartas-de-final da Libertadores.

Perdemos de 2 a 1, mas foi a derrota mais comemorada da minha vida. Ver os gambás, aqueles que sonham ter uma torcida do tamanho da nossa, de cabeça baixa, chorando e decepcionados deu-me um prazer sádico. Meninos, eu vi! Urubu-rei carcando gambazinho fedorento metido a gavião.

Não querendo estender-me ainda mais com aquilo que já é passado, vocês já viram como a gambizada comemora um gol? Recebi uma foto “meiga” por e-mail, da qual não sei a autoria, mas que demonstra como eles estão mais parecidos com primos bambis. É de uma “ternura” sem limite. Devem ser fãs ardorosos do Ronaldão.

É ou não é a cara do adorador de travecos?

Vamos que vamos, galera!
Magia Neles!!!
EQUIPE
Magia Rubro Negra
fabricio@magiarubronegra.com.br
Twitter: @titomohaupt