Magia Rubro Negra


Primeiro Passo Rumo ao TRI by fholanda
30/09/2007, 15:52
Filed under: Notícias Diárias

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No Ginásio Poliesportivo Ricardo Tommazi, em Volta Redonda, o Flamengo/Petrobras iniciou a trajetória rumo ao título Estadual. Com jogadas de velocidade, os rubro-negros venceram a equipe local por 95 a 49 (63 a 37) e apresentaram ao público presente – aproximadamente 800 pessoas -, que os dois campeonatos ganhos anteriormente não foi por acaso. Comandado pelo treinador Paulo Chupeta, o Flamengo/Petrobras que ainda não estreou o jogador Marcelinho, começou o primeiro período muito equilibrado (18 x 14). Após o intervalo destaque para Duda, que com oportunismo e velocidade desequilibrou a partida, sendo cestinha com 28 pontos. Para o técnico rubro-negro o resultado positivo serviu para dar mais entrosamento à equipe, porém, há muito trabalho a ser feito antes do tão sonhado título estadual.

– Este jogo serviu para pegarmos ritmo, estamos treinando há apenas dois meses e ainda cometemos muitos erros. Vamos marcar um amistoso até domingo – pois temos um grande clássico – pra tentar dar mais ritmo para o Marcelinho e o Aniel. – disse o comandante do Flamengo/Petrobras, Paulo Chupeta.

O próximo jogo do Flamengo/Petrobras no Estadual de Basquete 2007 será no dia 7 de outubro (domingo), contra o Fluminense, ainda sem local definido pela Federação de Basquete do Estado do Rio de Janeiro, mas o Magia Rubro Negra estará presente para trazer todas as emoções do Flamengo. Na ocasião, o Flamengo já poderá contar com todo o elenco.

Pontuaram:
Recreio/Volta Redonda – Thiago (11), Daniel (7), Paulo (7), Edvaldo (6), Fabrício (5), Fred (5), Wilcler (4), Gilberto (2), Welington (1) e Marcnelles (1). Treinador: Marcelo Goroba

Flamengo/Petrobras: Duda (28), Fernando Mineiro (27), Alírio (16), Coloneze (9), Hélio (4), Wagner (4), Maicon (4), Wanderson (2), João (1). Treinador: Paulo Chupeta

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Paixão em qualquer lugar: Munique – Alemanha – MÜNCHEN by fholanda
30/09/2007, 15:41
Filed under: Paixão em Qualquer Lugar

dsc01258.jpgCaros Leitores, 

Acabo de receber do Eduardo Vichi a foto dele assistindo o jogo BRASIL X AUSTRÁLIA na Copa do Mundo da Alemanha.

Magia Neles!

Paixão em Qualquer Lugar!

Se você tem uma foto com o manto sagrado em qualquer lugar do Planeta? Manda para nós! paixao@magiarubronegra.com.br

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Geraldino – Flamengo x Atlético-MG by fholanda
30/09/2007, 15:32
Filed under: Colunas

Alô Galera Rubro Negra,

No dia que o comemos Galo ensopado tivemos a marcante presença do Geraldino. Assistam esse vídeo, bela produção de Gabriel Reis.

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Charanga do Jaime by fholanda
27/09/2007, 19:57
Filed under: Fla Memória

Alô Amigos Rubro Negros,

Ontem ao ver a apresentação do Penta Campeão Kleberson na Gávea, vi também a saudosa Charanga e resolvi fazer uma pesquisa na Internet para matar essa saudade. Encontrei uma matéria bem interessante e respeitando os créditos segue abaixo na íntegra para leitura, vale a pena!

 Magia Neles!

Fernando Holanda

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A Charanga do Jaime
 
Bernardo Mello Franco
 
Charanga, no dicionário, é sinônimo de “conjunto musical desafinado e barulhento”. Foi assim que o rubro-negro Ary Barroso batizou, em 1942, uma bandinha que acompanhava os jogos do Flamengo. Em vez de ofender-se, o fundador Jaime de Carvalho resolveu adotar o nome. No ano em que o clube começava a conquistar seu primeiro tricampeonato estadual (1942-44), nascia a pioneira das torcidas organizadas do Brasil. Mais de 60 anos depois, o grupo sobrevive graças ao empenho de seus integrantes em manter viva a tradição de apoio ao time.

Desde que chegou ao Rio de ita, em 1927, o baiano Jaime dedicou sua vida ao Flamengo. Na semana do Fla-Flu que decidiu o título de 42, reuniu família e amigos para uma inusitada “invasão” do Estádio das Laranjeiras. Naquele tempo, a torcida gritava quando o time atacava e emudecia quando os adversários recuperavam a bola. Tocando as músicas de incentivo sem parar, a Charanga mudou para sempre o ambiente dos jogos de futebol no país.

Era a própria mulher de Jaime, dona Laura, quem costurava as faixas e bandeiras da torcida. Partindo de vinte integrantes, o grupo cresceu e fez história, inspirando a criação de inúmeras “charangas” pelo país nas décadas de quarenta e cinqüenta. Nelas, era proibido gritar ofensas e palavrões contra os jogadores – só valia torcer a favor.

Depois da morte do marido, em 1976, dona Laura assumiu a liderança da Charanga. Na mesma época, começaram a crescer as torcidas organizadas “modernas”, como a Raça Rubro-Negra e a Torcida Jovem, que adotaram a rivalidade violenta e passaram a influenciar na política no clube. Os estádios, antes seguros, passaram a abrigar cenas de guerra entre facções rivais, muitas vezes do mesmo time. Como reflexo dos novos tempos, a Charanga foi obrigada a se transferir da arquibancada para as cadeiras do anel inferior do Maracanã, freqüentado por idosos, crianças e turistas.

Hoje, com dona Laura doente e sem forças para comandar a torcida, a Charanga se reduz a uma banda de oito músicos aposentados, tão desafinados quanto os do tempo de Jaime de Carvalho. Liderados por Grimário Batista do Nascimento, o Seu Guigui, eles tocam nos jogos de futebol e nas finais dos esportes amadores.

– Quando o Flamengo não chama, cada um faz seu bico em bandas de música, como a da Guarda Municipal – conta o músico de 57 anos, aparentando mais, em fala lenta e pausada.

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No Flamengo de 2003, a Charanga ocupa um papel semelhante ao das velhas-guardas das escolas de samba. É reconhecida como patrimônio do clube, mas sofre com a mudança dos hábitos e com o descaso dos dirigentes. Na última reforma do Maracanã, perdeu a salinha em que guardava seu arquivo de fotos e recortes de campeonatos do passado. Para continuar tocando, seus músicos recebem um pequeno cachê do clube.

– Quem nos ajuda no Flamengo são os funcionários mais antigos, que conhecem a história da torcida. Os presidentes só ligam em época de eleição – diz Seu Guigui.

A decadência da Charanga é um retrato do declínio dos times cariocas e do chamado futebol-arte, que fez a fama dos jogadores brasileiros. A persistência da torcida remete ao tempo em que, como debochou o treinador pentacampeão Luiz Felipe Scolari, se amarrava cachorro com lingüiça.

No fim de 2002, indignados com mais uma campanha medíocre, torcedores invadiram o campo de treinamento na Gávea e agrediram os jogadores diante da imprensa, que fez as imagens correrem o mundo. O Flamengo, como sua torcida, já viveu tempos melhores.

Touradas em Madri

Além de apoiar o Flamengo, a Charanga marcou época acompanhando os jogos da seleção brasileira. Em “O vermelho e o negro – pequena grande história do Flamengo”, o escritor Ruy Castro conta um curioso episódio ocorrido na Copa de 1950, disputada no País.

O Brasil jogava contra a Espanha pelo quadrangular final do torneio. A torcida, empolgada com a campanha do time comandado por Zizinho e Ademir Menezes, lotava o Maracanã. No final da vitória por 6 a 1, a Charanga começou a tocar a debochada marchinha “Touradas de Madri”, sucesso do carnaval de 1938:

Eu fui às touradas em Madri
(Bum paratchimbum)
E quase não volto mais aqui
Para ver Peri beijar Ceci

Eu conheci uma espanhola
Natural da Catalunha
Queria que eu tocasse castanhola
E pegasse touro à unha (…)

Em poucos instantes, a multidão de quase 200 mil pessoas cantava a música e acenava com lenços brancos. Anônimo na arquibancada, o compositor João de Barro, autor da marchinha, pôs-se a chorar copiosamente. Tomado por espanhol, chegou a levar alguns cascudos, mas foi salvo do linchamento por um torcedor que o reconheceu.

O Brasil perderia a Copa três dias depois, na fatídica derrota de 2 a 1 para o Uruguai. Naquela tarde, no entanto, a torcida comemorou como se já tivesse ganho a taça.

* Publicado originalmente em 2004, no extinto site Reator
Fonte: http://www.palmalouca.com.br/almanaque/almanaque.jsp?id_almanaque=87

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Marcelinho, mais um Guerreiro Rubro Negro by fholanda
27/09/2007, 19:36
Filed under: Notícias Diárias

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Marcelinho Machado (foto) está de volta ao Rio de Janeiro. O ala, que fez sucesso na última temporada jogando pelo Zalgiris Kaunas (Lituânia), assinou contrato com o Flamengo até o fim de 2009. Apresentado na manhã desta quinta feira volta ao Clube que iniciou a carreira e já pensa em começar os treinos visando levar o Clube a conquista do TRI Estadual do Rio, que começa esta semana. O primeiro adversário do Rubro-Negro será o Volta Redonda, neste sábado (28 de setembro), na ‘Cidade do Aço’, e o capitão da Seleção Brasileira acompanhará a equipe, mas ainda não terá condições de jogo, o que pode acontecer no clássico contra o Fluminense, dia 07, ainda em local a ser definido pela Federação de Basquete do Rio de Janeiro (FBERJ).

PERFIL

MARCELINHO MACHADO

NOME: Marcelo Magalhães Machado
POSIÇÃO: Ala/Armador
IDADE: 32 anos (12.04.1975, no Rio de Janeiro-RJ)
ALTURA E PESO: 2m00 e 88kg

CARREIRA: Flamengo (RJ), Fluminense (RJ), Botafogo (RJ), Tijuca (RJ), Ginástico (MG), Corinthians (RS), Rimini Crabs (ITA), Alerta Lobos Cantabria (ESP), Telemar / Rio de Janeiro (RJ), Uberlândia (MG) e Zalgiris Kaunas (LIT)

TÍTULOS/CLUBES: Campeão Brasileiro (2005), campeão Lituano (2007), vice-campeão da Liga Báltica (07), campeão da Copa da Lituânia (2006), campeão Carioca (2004), campeão Mineiro (2005), campeão I Torneio Internacional JK (2004) e campeão Liga B (1997) e vice-campeão Carioca (2000/99/97)

SELEÇÃO BRASILEIRA: Tricampeão Pan-Americano (2007/2003/1999), campeão da Copa América (2005), bicampeão Sul-Americano (2003/1999), campeão da Copa Tutto Marchand (2007), vice-campeão do Super Four (2002), vice-campeão Sul-Americano (2004/2001), vice-campeão da Copa América (2001)

DESTAQUE: Disputou três Mundiais (2006, 2002 e 1998) e três Pré-Olímpicos (2003 e 1999). Eleito MVP (Jogador Mais Valioso) da Liga Báltica em janeiro/2007 e MVP da Copa Tutto Marchand/2007

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Freguesia by fholanda
24/09/2007, 13:00
Filed under: Fla Memória

Eles nos odeiam. “Batemos de frente” duas vezes, resultado: Um vice (pra eles) e uma eliminação (também pra eles é claro), lembra de alguma ?

Eis aqui uma delas:
 



Coluna Semanal – Fábio Justino by fholanda
24/09/2007, 12:52
Filed under: Colunas

 

E o Mengão hein ? Deixou dois pontinhos fáceis lá na piscina olímpica do Alfredo Jaconi. O Léo Moura até ‘ensaiou’ umas ‘braçadas’ e abriu o placar, mas o árbitro lá da cidade do Paraná Clube e Atlético Paranaense anulou um gol legítimo. Mas o Léo não deu muita idéia pra mancada do árbitro e fez outro, esse sim valeu, não só pela legitimidade, mas também pelo toque de bola, jogada muito bonita do lateral-artilheiro e do imprescindível Souza (quem diria?). Mas rolou aquela cochilada na hora errada e camarão (ou urubu) que dorme a onda leva e aquele timeco conseguiu o empate. Veio o 2º tempo. E era mesmo a tarde dos ‘Leonardos’, o atacante entrou no lugar do baixinho Maxi e colocou o Mengão novamente na frente. 2×1. Mas… uma jogada bisonha que também pode ser chamada de falha coletiva (assim fica mais bonito), colocou o time do Marcão e do Fábio Baiano em igualdade no placar, depois disso, foi um festival de gols perdidos e mais uma vez (desde 1997) não conseguimos ganhar esse timeco, o mesmo que nós sapecamos no Maior do Mundo outro dia desses. Tem nada não, sábado Leão e sua trupe vão tentar cantar de Galo no Maraca e nós vamos mostrar que em nossa casa respeito é muito bom e nós gostamos. Vamos pra cima deles. O Maraca é nosso HaHaUhUh…

Mas diz aê. Você concorda que o Flamengo tenha jogado bem ontem ? Faltou tranquilidade para “matar” o jogo ? O que você acha ? Comenta aê.