Magia Rubro Negra


A HISTÓRIA DOS MANTOS – POR NÍVEA RICHA by nivinhafla
23/06/2010, 12:27
Filed under: Colunas, Fla Memória, Máquina do Magia no Tempo

No meu texto anterior, mostrei alguns dos meus mantos e contei a sensação de vesti-los. Hoje vou contar um pouco sobre a história dos mantos do clube.

Todos sabem que a primeira camisa foi azul e dourada, mas quando ainda éramos só remo. Devido ao sol e a salinidade da água do mar, que faziam com que desbotasse com facilidade, mudou-se para o tradicional vermelho e preto.

Quando o futebol foi criado, impuseram uma condição: as cores do uniforme do futebol podiam ser iguais as do remo, mas a camisa teria que ser diferente. Assim, no lugar das listras, o Flamengo entrou em campo com uma camisa com quadrados grandes pretos e vermelhos. O povo a chamou de “papagaio de vintém”, lembrando as pipas de papel.

Camisa "papagaio de vintém" - Foto: Fla Estatística

O clube não foi campeão nem em 1912, nem em 1913. Resolveram aposentar a “papagaio de vintém” e colocar as tradicionais listras rubro-negras, mas com uma listra branca entre elas, para continuar diferenciando da camisa do remo. Mais uma vez a apelidaram. Dessa vez de “cobra-coral”. Com ela, o Flamengo foi bicampeão carioca (1914-1915).

Camisa "cobra-coral" - Foto: Fla Estatística

Mas veio outro problema, estávamos em plena Primeira Guerra Mundial e a nossa camisa lembrava a bandeira da Alemanha. Devido a isso, os uniformes foram enfim unificados.

Já a camisa branca, considerada o segundo uniforme, foi uma sugestão do técnico Dori Krueschner, para ser usada em jogos noturnos e para diferenciar nossos jogadores quando fossem jogar com outro time rubro-negro. Este segundo uniforme é uma camisa branca com faixa horizontal vermelha e preta no meio. Exceto de 1980 a 1993 e do segundo semestre de 2007 até o primeiro semestre de 2009, quando esta camisa era toda branca com detalhes nos braços e ombros em vermelho e preto. Aliás, o Mundial de 1981 foi conquistado com essa camisa.

Tivemos também terceiro uniforme, como o todo preto com detalhes vermelhos nas laterais e ombros (1999-2000); todo vermelho com frisos pretos nas laterais e ombros (2000-2001); azul escuro com listras pretas, vermelhas e amarelas (esse não foi utilizado em nenhum jogo oficial); e o atual, de listras amarelas e azuis, em homenagem as primeiras cores do clube (2010).

Espero que tenham gostado de saber um pouquinho da história dos mantos, e para quem já conhecia, relembrar um pouco.

FONTES:

Flamengo – O vermelho e o negro (Ruy Castro)

Flapédia

Fla Estatística

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“TEMPO BOM, NÃO VOLTA MAIS” – POR EQUIPE MAGIA RUBRO NEGRA by @fabiojustino
15/04/2010, 17:00
Filed under: Colunas, Fotos Memoráveis, Máquina do Magia no Tempo

Praticamente todos os dias recebemos ótimas contribuições em nossa caixa postal – paixao@magiarubronegra.com.br – esta semana recebemos um presente fantástico do nosso grande amigo Luciano Miranda lá de Itajubá, o cara é um exímio colecionador e já esteve aqui no MAGIA RUBRO NEGRA divulgando o seu fantástico memorial rubro negro, o MENGORIAL.

Miranda, nos envia imagens históricas daquele timaço da década de 80, vejam, revejam e apreciem com moderação. Essas fotografias foram registradas em um treino na Gávea.

Como não poderia deixar de ser, aqui no MAGIA RUBRO NEGRA recordar é viver.

“Mais quem time, uma verdadeira seleção” – Magia Rubro Negra

“Que saudade desse esquadrão” – Magia Rubro Negra

Olha o Galo Mestre – Magia Rubro Negra

Conseguiram identificar alguém? Duvido. Citem os respectivos nomes em nossos comentários.

Você tem algum material interessante para divulgar aqui no MAGIA RUBRO NEGRA?

Mande para gente, basta enviar para paixao@magiarubronegra.com.br a/c  do Fábio Justino (@fabiojusttino) ou da Nívea Richa (@NivinhaFla)

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HERÓI OU VILÃO? – POR EQUIPE MAGIA RUBRO NEGRA by @fabiojustino

Há 27 anos atrás estreava nos profissionais do FLAMENGO José Roberto Gama de Oliveira, o baiano Bebeto revelado pelo Vitória da Bahia. Ele chegava com a dura e impossível missão de substituir Zico – maior ídolo da NAÇÃO RUBRO NEGRA – que tinha deixado o Flamengo para defender a Udinese da Itália.

No dia 23 de março, Bebeto estreou na vitória do FLAMENGO pelo placar de 2 a 0 sobre o Tiradentes do Piauí, no Brasileirão de 1983.

O baianinho teve o passe comprado por CR$ 65 milhões, na época o Palmeiras ofereceu CR$ 80 milhões, mas seu Wilson (pai de Bebeto), preferiu vê-lo no FLAMENGÃO. Era um sonho dele e o então menino não demorou para entrosar-se a constelação rubro-negra na época.

Imagem: FlaPedia – Bebeto e Romário

Bebeto foi Campeão Carioca em 1986 e Campeão da Copa União de 1987, figura entre os 10 maiores artilheiros da história flamenga. Segundo o ótimo site Fla-Estatística, ele seria o 8º numa lista entre os 10 maiores artilheiros com a incrível marca de 307 jogos e 151 gols, sua média de 0,49 supera Zizinho e Jarbas.

Ele era o xodó da torcida e chegou ao ponto máximo da carreira vestindo o Manto Sagrado no Campeonato Brasileiro de 1987, ao marcar o gol do título contra o Colorado. Porém no melhor momento da relação Bebeto & NAÇÃO RUBRO NEGRA, ele desferiu um golpe na MAIOR DO MUNDO.  “Por baixo dospanos” o jogador transferiu-se para o arqui-rival Vasco, fazendo com que seu relacionamento com o Flamengo ficasse perigosamente abalado.

Ele até voltou em 1996 fazendo juras de amor ao clube, mas essa relação nunca mais foi a mesma.

Com esse desfecho polêmico fica a seguinte pergunta: Bebeto é ou não é ídolo da NAÇÃO RUBO NEGRA? Responda…

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PELO FIM DO JEJUM – POR CELSO JÚNIOR (FLA ESTATÍSTICA) by @fabiojustino
23/02/2010, 16:48
Filed under: Colunas, Máquina do Magia no Tempo

O MAGIA RUBRO NEGRA tem o prazer de apresentar seu mais novo parceiro, o grande pesquisador Celso Junior, administrador do ótimo FLA ESTATÍSTICA. Um dos sites mais respeitados e citado em livros que contam a história do Clube de Regatas do Flamengo. Em sua primeira participação, Celso nos dá uma aula de participações do Mengão em Libertadores da América. Vale e muito a leitura:

Lá se vão 29 anos de jejum, regado a decepções, injustiças e sobretudo, ansiedade. Desde 23/11/1981, na memorável vitória de 2×0 sobre o violento Cobreloa do Chile no lendário estádio Centenário de Montevidéu, a Nação Rubro Negra aguarda para soltar o grito de Bi Campeão da América.

Nesta quarta, quando o Flamengo pisar no gramado do Maracanã, dará inicio a sua décima participação na Libertadores, sonho de todo clube brasileiro. Na expectativa de quebrar este incomodo jejum e igualar a façanha da geração de Ouro – afinal Leo Moura, Juan, Angelim, Toró, já conquistaram a Copa do Brasil (2006), o tri estadual (07,08,09) e o Brasileiro (09), o que falta agora ? – é baseado nisso que a nação deposita suas esperanças, jogadores que já escreveram seus nomes na história do clube, porém como dizem os hermanos falta “a cereja no bolo” – A conquista da América e do Mundo.

Vamos recordar um pouco esta trajetória, com relato das campanhas anteriores, estatísticas e curiosidades:

1981 – A magia da primeira vez : Com um time mágico o Flamengo, em sua primeira participação, conquista a América de forma brilhante e heróica com 14 jogos,8 vitórias, 5 empates e 1 derrota. Os jogos contra Atletico-MG e Cobreloa deram o tom da campanha. Contra o Atlético toda rivalidade foi posta a prova em três partidas memoráveis, três empates, sendo o ultimo um – a partida desempate,para próxima fase – dos jogos mais conturbados da história da competição, com muitas expulsões e o termino do jogos aos 37 minutos do primeiro tempo.

Na decisão contra o desconhecido e violento Cobreloa, prevaleceu um slogan muito conhecido, “sangue, suor e lagrimas”, no primeiro jogo uma vitoria rubro negra de 2×1, que daria a vantagem do empate no segundo jogo, no Chile, muita intimidação de dentro e fora de campo e a derrota por 1×0, que porem foi o que faltava para impulsionar o Flamengo a conquista que seria no campo neutro no Uruguai.

1982 – Um das piores derrotas da historia: Como campeão do ano anterior o Flamengo entrou na semi final (um triangular), porem caiu no grupo da morte com River Plate-ARG e Penãrol-URU, contra o River duas maiuculas vitórias (3×0 e 4×2), porém seria contra o Penãrol a batalha da vaga na final, logo no primeiro jogo do triangular, uma derrota no Uruguai por 1×0, sendo assim no ultimo jogo o Flamengo precisava da vitoria e foi um massacre, no scout do jogo, pelo menos quinze oportunidades cristalinas de gol e a bola teimava em não entrar. Um falta na entrada da área rubro negra numa das raras oportunidades da equipe Uruguai o gol de falta do brasileiro Jájá decretou o fim do sonhado BI.

Campanha: 4 jogos, 2 vitorias e 2 derrotas. Eliminado na semi final.

1983 – A vingança do Grêmio e altitude Boliviana: O ano anterior registrara uma das mais emocionantes decisões de Brasileiro, Flamengo e Grêmio em 3 jogos eletrizantes decidiram a competição nacional, e o Grêmio com seu grande time estava engasgado com o Flamengo, perderá o titulo dentro de casa e a Libertadores seria a forma de vingança, e foi o que aconteceu uma derrota de 3×1 no ultimo jogo da primeira fase decretou o fim do sonho, porém vale ressaltar que os pontos perdidos na altitude para Blooming (0x0) e Bolívar (1×3) fizeram a diferença para a definição do primeiro lugar no grupo.

Campanha: 6 jogos, 2 vitorias, 2 empates, 2 derrotas. Eliminado na primeira fase.

1984 – A ausência de Zico e o Grêmio novamente: Mesmo sem Zico, que havia de transferido para a Itália no ano anterior, o Flamengo começa a Libertadores de forma arrasadora com duas goleadas, 4×1 e 5×0 no Santos e terminando a primeira fase em primeiro lugar, porem o algoz Grêmio novamente cruzou o caminho na semi final (em triangular) e uma goleada no primeiro jogo 5×1 para o Tricolor gaúcho obrigou o Flamengo a vencer no Rio (3×1) e também fazer bom saldo de gols no fraco, porem surpreendente ULA-Ven, algo que não ocorreu (3×0 e 2×1), sendo assim Flamengo e Grêmio terminaram empatados e o regulamento previa um partida desempate. O jogo foi realizado no Pacaembu (SP) com o Grêmio com a vantagem do empate e assim ficou (0x0) com o Tricolor classificado para a final e mais tarde se tornaria o campeão.

Campanha: 11 jogos, 8 vitorias,  2 empates, 1 derrota. Eliminado na semi final.

1991 – La Bombonera e o arbitro: Comandado pelo maestro Junior, o Flamengo foi bem até as quartas de final da Libertadores, quando enfrentou o todo poderoso Boca Jrs de Batistuta e La Torre e seu temido estádio La Bombonera, porém o fator determinante para a eliminação foi a digamos “no mínimo” desastrosa arbitragem Ernesto Filipi que invalidou um gol legítimo de Marquinhos e ainda expulsa Gotardo e Gaúcho.

Campanha: 10 jogos 6 vitorias 3 empates 1 derrota. – Eliminado nas quartas de final.

1993 – Os grandes duelo contra o São Paulo: Novamente o Flamengo vai bem até as quartas de final, mas os grandes duelos protagonizados por Flamengo e São Paulo, dois pelas quartas de final da Libertadores (1×1 e 0x2) e dois pela decisão da Super Copa (2×2 e 2×2, com a derrotas no pênaltis), foram determinantes para adiar mais uma vez o sonho da conquista da América. O São Paulo que conquistou o torneio em 92 e conquistaria também em 93, possuía o melhor elenco e ainda Tele Santana no banco, Vale ressaltar que os 4 jogos foram muito equilibrados.

Campanha: 10 jogos, 5 vitorias, 2 empates 3 derrotas. Eliminando nas quartas de final.

2002 – Uma campanha pífia, no pior ano da historia: O hiato de nove anos, sem disputar a competição causava grande expectativa na torcida, porem o sombrio ano de 2002 proporcionou ao Flamengo suas piores campanhas em todos os torneios que disputou,e infelizmente a Libertadores era uma delas, uma campanha pífia em um grupo franco, com Once Caldas, U.Catolica e Olímpia, o time ficou em terceiro lugar e a eliminação precoce na primeira fase.

Campanha: 6 jogos, 1 vitoria, 1 empate, 4 derrotas. Eliminado na primeira fase.

2007 – Fatores extra campo e um desconhecido Defensor: Novamente o Flamengo volta a Libertadores, apos cinco anos, e o time bom faz uma campanha boa até as oitavas de final, porém três fatores iriam interferir; a luta pelo titulo estadual, onde os jogos foram exatamente entre o primeiro e segundo jogo das oitavas, uma briga no vestiário entre Juninho Paulista e o técnico Ney Franco no primeiro jogo, onde o desconhecido Defensor do Uruguai goleia de 3×0 e a desastrosa atuação do arbitro Hector Baldassi no jogo da volta no Maracanã, onde o Flamengo abre 2×0 e só não iguala a placar, devido aos erros de arbitragem. Novamente o sonho adiado por um árbitro.

Campanha: 8 jogos 6 vitorias 1 empate 1 derrota. Eliminado nas oitavas de final.

2008 – O carrasco Cabañas: Por muito tempo a torcida Rubro Negra, terá pesadelos com este nome Cabanãs, o jogador gorducho da seleção Paraguai aniquilou o sonho rubro negro da reconquista da América. Novamente o Flamengo se via na mesma situação do ano anterior, classificado para as oitavas da Libertadores e decidindo o titulo estadual, sendo que desta vez com uma diferença, no primeiro jogo um placar surpreendente e arrasador no América-MEX (4×2) no México e a certeza de classificação para as quartas de final no Maracanã,pois poderia perder por um gol de diferença. A torcida rubro negra foi em grande numero ao estádio, mas a despedida de Joel e a partida espetacular de Cabanãs, que marcou os três gols, abortaram mais uma vez o sonho.

Campanha: 8 jogos, 5 vitorias, 1 empate, 2 derrotas. Eliminado nas Oitavas de final.

Resta em 2010, torcer para que os fantasmas, passem longe e todos tenham o foco na importância que a competição necessita.

Celso Junior

MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra e FlaEstistica
www.flaestatistica.com



GOL NELES – POR FÁBIO JUSTINO by @fabiojustino
30/01/2010, 0:10
Filed under: Colunas, Máquina do Magia no Tempo

Romário, Pet, Liedson e Adriano. Respondam rápido, o que eles tem em comum?

Acertou quem disse a sorte de vestir o manto vermelho e negro, além disso esses caras estão (ou estavam) sempre sacudindo as redes adversárias e colocando terror nos rivais.

Aqui no MAGIA RUBRO NEGRA você vai curtir essa galera toda vestindo o manto e sacudindo a rede da camisa feia e cheia de cor.

Com vocês gol do Pet, gol do Adriano, gol do Liedson e é claro… golaço do Romário – O Pitbull

Curtam na íntegra…

Qual desses aê você curtiu mais? Diga aê…

MAGIA NELES (AS)!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br



Zico e Sócrates treinam juntos na Gávea! por Gabriel Reis by gabrielkr
02/07/2009, 19:19
Filed under: Máquina do Magia no Tempo

Que bonito era, não é mesmo?

Imaginem, dormir sabendo que domingo joagariam Zico e Sócrates no seu time? Nós já tivemos este orgulho.

Confiram:

Magia Neles!



Desconstruindo Renato Maurício Prado! Por Gabriel Reis by gabrielkr
12/04/2009, 10:52
Filed under: Colunas, Máquina do Magia no Tempo

Lendo a maravilhosa coluna de Renato Maurício Prado, maior ídolo Rubro-Negro que tenho dentro do jornalismo esportivo brasileiro, resolvi ajudar vocês que são mais jovens ou até os saudosistas que dividiram arquibancada com ele, mostrando os jogos dos quais ele se referiu na coluna deste domingo. Então, fiz uma nem tão difícil busca no You Tube e resolvi transpassar aqui as linhas deste gênio da caneta (teclado hoje em dia). Até porque, eu não consigo ir ao Maracanã em dia de Fla Flu sem ler o que o grande R. M. Prado tem para nos contar. Vamos viajar no tempo junto com ele?

Foi num Fla Flu…

O genial tricolor Nelson Rodrigues dizia que “o Fla Flu começou quarenta minutos antes do nada. E aí então as multidões despertaram”. Meu primeiro Fla Flu foi em 1963. Tinha apenas 10 anos e assisti ao jogo, que decidia o campeonato carioca, no colo do meu pai, nas antigas cadeiras azuis de um Maracanã superlotado por 177 mil pagantes (o segundo maior público da história do estádio).

Em minha memória visual, sobrou muito pouco daquele clássico. Lembro-me de um chute de Carlinhos (que depois seria bicampeão brasileiro, como técnico) que explodiu no peito de Castilho, sem consequências. E também de uma grande chance desperdiçada, nos últimos minutos, pelo ponta-esquerda tricolor Escurinho, cara a cara com o goleiro rubro-negro Marcial. No final, 0 a 0 e Fla campeão, no meu batismo no clássico mais charmoso do nosso futebol.

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Voltei a ver o Fla Flu em duas grandes decisões, em 1972. Na primeira, da Taça Guanabara, goleada impiedosa do Rubro-Negro: 5 a 2, com show de Paulo César Caju e do argentino Doval e três gols do centroavante Caio Cambalhota.

Na segunda, pelo título carioca, nova vitória do Fla: 2 a 1.

Gérson, o Canhotinha de Ouro, tricampeão mundial, jogava no meio-campo, Zagallo era o técnico do Fla, que tinha como titular, na lateral esquerda, Vanderlei Luxemburgo.

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Não vou contar a coluna inteira, senão você não compra o jornal. Dá uma moral pro cara, né?

Magia Neles!