Magia Rubro Negra


VALEU LOVE – POR FÁBIO JUSTINO by @fabiojustino
02/07/2010, 13:12
Filed under: Colunas, Homenagem do Magia, Notícias Diárias

Vai o guerreiro, vai o jogador e entre os RUBRO NEGROS convictos fica a lição, ainda existe amor a camisa. A dedicação e o sacrifício demonstrado em campo, foram repetidos fora das quatro linhas.

Vagner Love fez de tudo para permanecer no FLAMENGO e levantar uma taça pelo clube de coração. Mas, onde faltou título, sobraram garra, raça e gols. Muitos gols.

Quando minha filha (a Rafaela) for maior, tenho certeza que ela vai perguntar:

– Papai, quem é aquele moço de tranças desenhado na bandeira? O que ele ganhou no NOSSO FLAMENGO?

Sem pensar duas vezes eu vou responder com muito orgulho:

– Filha, ele só não ganhou títulos, porém o mais difícil ele conquistou: O coração da NAÇÃO RUBRO NEGRA.

Em um belíssimo trabalho do nosso @leomagamon, relembre 23 gols em 29 jogos.

Vá com Deus Vagner Love, que sua ida seja apenas um passeio rápido, volte logo para sorrir com a NAÇÃO e ter a honra de comemorar um titulo com a gente.

MAGIA NELES!
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O MAESTRO DE UMA NAÇÃO – POR EQUIPE MAGIA RUBRO NEGRA by leomagamon
29/06/2010, 0:01
Filed under: Colunas, Homenagem do Magia, Videos


Na semana passada nossa querida Claudia Simas nos apresentou seu avô, o S. Beleza. Hoje falaremos de um outro “vovô”. Por um desses acasos do destino, a coluna de hoje coincide com o aniversário do Vovô Garoto: o Senhor Leovegildo Lins da Gama Junior. Para os mais íntimos, ou melhor, para rubro-negros apaixonados e mesmo para os apreciadores do futebol arte, apenas Júnior.

Se a maioria das crianças tinha super-heróis a lhes inspirar a infância, nós – felizardos rubro-negrinhos – tínhamos heróis de carne e osso. E, obviamente, um deles era o Júnior. Era simples assim: o Flamengo fazia parecer que jogar futebol era a coisa mais fácil do mundo, brincadeira de criança. A pequena rubro-negra que aqui lhes abre o coração, idolatrava o jogo fácil e o sorriso farto daquela figura incontestavelmente carismática. Junior distribuía passes como se fosse mágica. Colocava toda a força do mundo nos chutaços a gol que atemorizavam qualquer goleiro adversário. Tinha a habilidade de envolver os marcadores em dribles desconcertantes quando necessário. E coroava tudo isso com a elegância malemolente de um humilde lateral esquerdo.  O disfarce perfeito do meu super-herói.

Junior é do tempo da fidelidade. Entregou 10 anos consecutivos do que achávamos que seria o melhor do seu futebol ao Mengão. Foi titular absoluto da Seleção Brasileira de 1982 que entrou para a história do futebol mundial como uma das melhores de todos os tempos, encantando fãs mundo afora. Foi para a Itália voltando depois de 4 anos para encerrar sua carreira nO Mais Querido. Mostrou ao Rio, ao Brasil e ao mundo que talento não é privilégio da juventude. Virou “O Maestro”, mostrou o que significa jogar com entrega e paixão, fez até Gol Olímpico e nos deu de presente nosso 5º Título Brasileiro.

Lição de futebol, de profissionalismo. Lição de vida. Leo, Lateral, Capacete, Maestro, Vovô Garoto, Junior, o aniversário é seu e nos cabe aqui desejar outros muitos tantos anos de alegria plena, muita saúde e
o dobro de toda a felicidade que você nos proporcionou. Sua história de vida é o nosso presente e só podemos retribuir com nosso amor eterno e profunda gratidão! Muito Obrigado!

Flamengo
Copa Européia/Sul-Americana – Mundial Interclubes: 1981
Copa Libertadores da América: 1981
Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983, 1992
Copa do Brasil: 1990
Campeonato Carioca: 1974, 1978, 1979, 1979 (especial), 1981, 1991
Taça Guanabara: 1978, 1979, 1980, 1981, 1982
Taça Rio: 1991
Torneio de Goiás: 1975
Torneio de Jundiaí: 1975
Torneio de Mato Grosso: 1976
Troféu Ramón de Carranza: 1979
Troféu Ramón de Carranza: 1980
Troféu Cidade de Santander: 1980
Torneio de Nápoles: 1981

Seleção Brasileira
Copa da Amizade 1992

Seleção Brasileira de Beach Soccer
Copa América 1994
Copa América 1995
Campeonato Mundial 1995
Copa América 1996
Campeonato Mundial 1996
Copa América 1997
Campeonato Mundial 1997
Copa América 1998
Campeonato Mundial 1998
Copa Mercosul 1998
Copa Latina 1998
Copa América 1999
Campeonato Mundial 1999
Copa Mercosul 1999
Copa Latina 1999
Campeonato Mundial Etapa Brasil da Ligas das Américas 2000
Copa do Descobrimento 2000
Copa Intercontinental 2001
Copa Mercosul 2001

Seleção do Rio de Janeiro de Beach Soccer
Campeonato Brasileiro 1998
V Desafio Paulistas x Cariocas 2000

Prêmios
Melhores jogadores dos 100 anos da FIFA: 2004
Bola de Ouro da Revista Placar: 1992
Bola de Prata da Revista Placar: 1980, 1983, 1984, 1991, 1992
Melhor Jogador do Campeonato Italiano: 1985

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Em tempos de Copa, podemos pedir mais 4 anos Léo? – Por Nívea Richa e André Costa by nivinhafla
13/06/2010, 13:45
Filed under: Colunas, Homenagem do Magia

Ontem, dia 12 de junho de 2010 fez exatos 5 anos da estreia de Léo Moura no Mengão. Em tempos dos “6 meses de contrato”, isso é um grande feito, é demonstrar amor ao clube.

Léo começou na escolinha do Flamengo com 9 anos de idade, mas jogou em vários clubes antes de retornar à Gávea. Mesmo tendo vestido as camisas dos três outros grandes times do Rio de Janeiro, Léo se identificou mesmo foi com o manto rubro-negro. Provavelmente, por ser rubro-negro e fã do Zico desde criança. Hoje fala-se em Léo Moura, associa-se logo ao Flamengo. Ninguém nem se lembra dele em outros clubes.

Léo Moura abraçado com Zico em um jogo no Maracanã

Em 5 anos de Flamengo, Léo lutou contra o rebaixamento, esteve em alguns momentos tristes, como as eliminações da Libertadores, mas o que ele fez mesmo foi conquistar títulos. São eles:

– Copa do Brasil: 2006
– Campeonato Carioca: 2007/2008/2009
– Campeonato Brasileiro: 2009

Mesmo assim, a torcida o perseguiu muito ano passado e num gol resolveu desabafar com alguns palavrões. Na minha humilde opinião, foi perseguido injustamente. Depois de Leandro e Jorginho, ele pode ser considerado um dos maiores laterais da história do clube. E mesmo quando não joga bem, nunca deixa de lutar. Quanto ao desabafo…ele é um ser humano ué, tem sentimentos. Eu o apoiei sim, desabafei junto com ele!

Léo ainda tem 1 ano de contrato, mas tem várias propostas para sair do clube. Seu futuro ainda está incerto.

Leonardo Moura, a NAÇÃO RUBRO-NEGRA espera que você fique mais 5, 6, 7 anos no Flamengo. Quem sabe até encerrar a carreira no clube?

Ilustração: André Costa (Magia Rubro Negra)

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Parabéns Andrade, sua história fica! Por Gabriel Reis by gabrielkr
27/04/2010, 21:00
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Gente, não consigo colocar a cabeça no travesseiro e pensar que podemos ter cometido injustiça com um dos maiores ídolos que já vi jogar futebol. O bom e velho Tromba, Andrade. Passadas as confusões e com a cabeça fria, me bateu uma saudade de ver o cara no comando do Flamengo! E olha que ainda nem completamos um jogo sem ele.

Queria deixar claro aqui que ele foi o Campeão Brasileiro de 2009 e que muitas vezes o treinador não tem culpa quando o grupo decide não jogar futebol. Vejam o vídeo abaixo e chorem por este coração Rubro-Negro. No momento de maior glória, ele lembrou do nosso Zé Grandão, Zé Carlos, goleiro que fez história no Flamengo e que morreu recentemente de câncer.

Decidi exibir esta matéria do meu amigo Kiko Menezes, para mostrar a vocês como Andrade é apaixonado pelas cores Rubro-Negras e para que vocês entendam que ele vai dirigir nosso clube muitas outras vezes. Anotem, com a humildade dele, não há espaço para rancor. Ele é o nosso novo Violino, que só vem pra buscar títulos importantes. E tem mais, se o Flamengo se tornar campeão da Libertadores, ele merece uma medalha e uma faixa também. Já que o jogo desta quarta-feira é contra o Corinthians, vou deixar aqui um vídeo do nosso Eterno Hexa, no momento em que deu um chapéu histórico e quase marcou o gol, numa partida contra o time paulista.

Querido e eterno treinador, não fique triste, saiba que nós sempre te amaremos e torceremos pelo seu sucesso. Nós pedimos a saída do Marcos Brás apenas. Não a sua! Você entra na Gávea a hora que quiser e está em casa, assim como Zico, Júnior, Adílio, Uri Gueler e tantos outros.

Gente, o que acham de cantarmos “Andrade é sinistroooooooooo…` nesta quarta?

Soube que nosso grande Tromba anda bastante triste e com muita saudade de estar no Flamengo. Galera, deixem seus recados aqui nos comentários e garanto a vocês que ele vai ler.

Magia Neles!

Por Gabriel Reis e Equipe Magia rubro-Negra

Twitter – @poparazzo_real



MARIA LENK. INSPIRAÇÃO, SUPERAÇÃO E MOTIVAÇÃO – POR CLAUSIA SIMAS by @fabiojustino
16/04/2010, 19:35
Filed under: Colunas, Fotos Memoráveis, Homenagem do Magia

Se o meu post publicado ontem não foi suficiente para inflar o orgulho rubro-negro da Nação, eu agora vou pegar pesado. Há três anos morria Maria Emma Hulda Lenk Zigler. Para quem não sabe, a simpática senhora da foto era muito mais do que o nome de um parque aquático: ela foi a principal nadadora que o Brasil já viu.

Filha de um ginasta alemão, ela nasceu em São Paulo e aprendeu a nadar aos 10 anos para se recuperar de pneumonia nos dois pulmões. Aos 17, tornou-se a primeira mulher sul-americana a disputar uma Olimpíada (Los Angeles/EUA em 1932) e, à despeito do ineditismo do feito e das dificuldades financeiras (vendeu café durante a viagem e competiu com um maiô de lã emprestado), Maria Lenk emplacou de cara a classificação para as semi-finais olímpicas nos 200 metros estilo peito.

Em 1936 ela era a única mulher a dominar o nado “borboleta” (que só viria a ser oficializado em Melbourne/1056) e, no Rio, em 1939 quebrou dois recordes mundiais: 200 metros peito (2min56s90) e 400 metros peito (6min15s80) em sua preparação para os Jogos de Tóquio em 1940, que foram cancelados por causa da 2ª Guerra Mundial.

Maria Lenk nunca abandonou as piscinas. Em 1942 ajudou a fundar a Escola Nacional de Educação Física, da Universidade do Brasil, hoje UFRJ, e em 1943 organizou no Rio a primeira mostra de balé aquático, que traria para o Brasil a prática do nado sincronizado. Nadadora Master desde sua aposentadoria como professora, ela foi homenageada pela Federação Internacional de Natação em 1988 com o “Top Ten” da entidade, como uma das dez melhores atletas masters do mundo. Esta homenagem deu a nossa querida Maria Lenk um lugar no Hall da fama da FINA, sendo a única nadadora da América do Sul que consta na lista. Ainda disputou o Mundial em 2000 na categoria entre 85 e 90 anos: 100 metros peito, 200 metros livre, 200 metros costas, 200 metros medley e 400 metros livre, ganhando cinco medalhas de ouro.

Parou por aí? Não. Escreveu um livro em 2003 (Longevidade e Esporte), foi homenageada pelo COB em 2004 com o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, durante o Prêmio Brasil Olímpico e, em 2005, aos 90 anos, bateu três recordes mundiais do nado de peito: 50 metros (1m25s91), 100 metros (3m12s88) e 200 metros (6m57s76).

Está eternizada desde 12 de fevereiro de 2007, quando Maria lenk deu seu nome para o Parque Aquático no autódromo do Rio de Janeiro, que receberia as provas de natação, nado sincronizado e saltos ornamentais nos Jogos Pan-Americanos. Maria Lenk superou pneumonia, preconceitos, dificuldades financeiras e toda uma época na história do esporte mundial para alcançar seus objetivos. Foi pioneira, dentro e fora das piscinas, um exemplo de superação para todos que permitirem inspirar-se. Maria Lenk nadava 1500 metros por dia e assim nos deixou, há três anos, em 16 de abril de 2007, ao deixar os últimos suspiros de seus 92 anos de vitória na piscina do Clube de Regatas do Flamengo.

Adriano e companhia precisam de inspiração? Pensem e honrem esse nome: Maria Lenk.

MAGIA NELES!
Colaboradora: Claudia Simas
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HOJE A NAÇÃO, HÁ 28 ANOS ATRÁS O MUNDO – by @fabiojustino
13/12/2009, 11:31
Filed under: Homenagem do Magia

Muitos achavam que o Flamengo era um time que só conquistava títulos no Maracanã. A Taça Libertadores, vencida no Uruguai, balançou a tese. Depois, o show seria em Tóquio e o Flamengo não precisaria provar mais nada.
 
Os craques rubro-negros entraram em campo no dia 13 de dezembro de 1981, para enfrentar o Liverpool, vencedor da Copa dos Campeões, pelo Mundial Interclubes, com o objetivo de exterminar uma velha máxima ouvida pelos quatro cantos do Brasil: “o Flamengo é time de Maracanã, só neste estádio mostra superioridade”. É verdade que, apenas 20 dias antes, o clube carioca conquistara a Taça Libertadores em Montevidéu, no Uruguai, ao derrotar o Cobreloa, do Chile. Mas pouco importou para os críticos. Para convencê-los, o jeito era superar os ingleses. Com uma grande apresentação, de preferência.
 
Tudo indicava que não seria fácil. O Liverpool passava por uma fase semelhante à do Flamengo, conquistando títulos seguidos há anos. Por coincidência, a primeira conquista importante, a da Copa dos Campeões da Europa, foi conquistada em 1978, mesmo ano em que o clube da Gávea vencia o Campeonato Carioca, dando início a uma era de ouro em sua História.

Para os especialistas em futebol, o Liverpool levava ligeira vantagem. Em 1981, enquanto o Flamengo vencera o desconhecido Cobreloa na decisão da Libertadores, o time inglês superara Bayern de Munique e Real Madrid nas duas últimas fases – semifinais e final, respectivamente – da Copa dos Campeões. Só que essas teses pouco valeriam em Tóquio. Em campo, como adoram repetir os jogadores, seriam 11 contra 11. Durante o jogo decisivo, aí sim, surgiria o favorito.
 
Os 62.000 torcedores que compareceram ao Estádio Nacional não tiveram que esperar muito para saber qual era o melhor time em campo. Aos 13 minutos, Zico lançou Nunes que viu a saída desesperada do goleiro Grobbelaar e, ainda fora da grande área, o encobriu para abrir o placar. “Acidente de percurso”, pensaram os ingleses. Coitados, mal sabiam que o show rubro-negro estava apenas começando.
 
Não se pode dizer que o Liverpool não contava com talentos capazes de inverter o rumo da partida. Os habilidosos Souness e Dalglish, dois dos maiores jogadores da história do futebol escocês, poderiam brilhar a qualquer momento, fazendo o Flamengo tremer. Tremer? Presta atenção no time dirigido por Paulo César Carpegiani: Raul; Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico. Havia craques por todos os lados, vencê-los era tarefa quase impossível.
 
E o pior para os ingleses era que Zico estava inspirado, levando à loucura a defesa adversária. Aos 34 minutos, McDermott derrubou Tita na entrada da área e o Galinho se encarregou da cobrança da falta, mandando a bomba que Grobbelaar apenas rebateu. Na sobra, Lico acertou Thompson e Adílio, esperto, estufou a rede: 2 a 0.
 
O Liverpool bambeou, faltava pouco para ruir de vez. A solução era torcer para que o primeiro tempo terminasse logo, com a intenção de se recuperar dos ferimentos no intervalo. A tática estava acertada, só faltou avisar a Zico e Nunes. Aos 41 minutos, o maior jogador do Flamengo em todos os tempos lançou novamente o centroavante, que avançou e bateu na saída do goleiro. Com 45 minutos de antecedência, a taça já tinha destino certo: o Rio de Janeiro.
 
O segundo tempo foi arrastado, chato mesmo de se ver. O Liverpool não mostrava forças para reagir, limitou-se a ficar na defesa – talvez temendo sofrer uma goleada ainda mais humilhante. Os craques do Flamengo tocavam a bola de pé em pé sem objetividade, envolvendo os combalidos adversários e esperando o tempo passar. Foram 45 minutos de total domínio rubro-negro sobre os ingleses.
 
Final de jogo e festa no Brasil, o clube mais popular do país conquistava o mundo. Agora, definitivamente, o Flamengo não poderia ser chamado de “time de Maracanã”. Afinal, provou ser imbatível em todo o canto, até mesmo do outro lado do planeta.

SÚMULA   –   Flamengo 3 x 0 Liverpool

Data: 13/Dezembro/1981   Local: Estádio Nacional (Tóquio/JAP)

Árbitro: Rúbio Vazques (México)   Gols: Nunes 13, Adílio 34 e Nunes 41 1° tempo.

Flamengo: Raul; Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico. Tec.: Paulo César Carpegiani.

Liverpool: Grobbelaar; Neal, R. Kennedy, Lawnson e Thompson; Hansen, Dalglish e Lee; Johnstone, Souness e McDermott (Johnson). Tec.: Paisley.

Fonte: FlamengoRJ

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MEZENGA NELES! – POR FÁBIO JUSTINO by @fabiojustino
28/11/2009, 10:05
Filed under: Homenagem do Magia

Ele nasceu um ano depois do tetra rubro negro, estreou na derrota do Flamengo pro São Caetano por 1 x 0. Natural de Niterói, 21 anos, ele é Bruno Ferreira Mombra Rosa ou simplesmente Bruno Mezenga.

Domingo a estrela dele vai brilhar e TODOS nós estaremos na torcida. Chegou o momento do menino virar homem, a chance que todo atacante sonha e espera.

Vai lá Mezenga! Aqui no MAGIA RUBRO NEGRA nosso apoio será incondicional…

Mezenga Neles! Acreditamos em você…

Deixe aqui sua mensagem de apoio e incentivo ao garoto Bruno!

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