Magia Rubro Negra


VALEU DOIS MIL E ZICO, CHEGA MAIS DOIS MIL E ROMÁRIO by leomagamon
31/12/2010, 13:24
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Parece que foi ontem, vinte cincos dias após o HEXA, a galáxia ainda estava em festa. Pairava no ar a esperança de melhores dias, com uma nova presidência, sem ameaça de rebaixamento, sem vergonhas (dentro e fora de campo), sem eliminações precoces, sem contratações esdrúxulas e sem efeito. Era o cenário perfeito, para um ano perfeito, entretanto… se existe a dificuldade em acreditar na perfeição, fica muito mais difícil ainda crer que ela existe se alguém afirmar com veemência e disser que reside na Gávea.

Os golpes foram tão marcantes, tristes e traumáticos, que eu particularmente faço questão de não enumera-los. Basta dizer que foi um ano ruim e ponto, porém a razão maior do Flamengo existir, a explicação natural para sua grandeza e os maiores detentores da soberba que ‘assola’ o universo – sua torcida – trataram de extrair algo positivo neste negativo intervalo de 365 dias. Nossa 1ª medida foi mudar o foco do twitter, o microblog deixou de ser a ferramenta: “estou aqui”, “fui ali”, “tô comendo” e “vou ao banheiro” para bombar como um caldeirão de informações RUBRO NEGRAS, tornou-se ponto de concentração virtual entre OS FLAMENGOS e logo nos deu a maravilhosa desculpa para aglomeração de pessoas acostumadas a façanhas, viradas históricas e conquistas de títulos em todas as modalidades onde o CRF é estampado. Eis aí o já consagrado #NaçãoTwitter.

A grande rede também nos trouxe uma enxurrada de novos canais RUBRO NEGROS, muitos vieram, poucos ficaram. Mas aqueles que permaneceram fizeram (e continuam fazendo) a diferença. Mostrando que RUBRO NEGRO tem mesmo o dom de Midas. Onde chega enobrece, resplandece e encarece. O ano que termina hoje, também fez questão de mostar algo que o DATAFOLHA insiste em não enxergar: o FLAMENGO é maior que o Corinthians em qualquer modalidade que resolvam discutir, inclusive no quesito torcida com passaporte e título internacional. Mais uma vez o FLAMENGO colocou a gambazada pra chorar em pleno Pacaembu (como sempre) e mostrou a eles que ou compram Playstation ou continuam sem saber o verdadeiro significado da palavra Libertadores.

Não foram apenas essas ações que nos deram mais dignidade, criatividade e felicidade em 2010, outras atitudes merecem destaque e menção honrosa a NAÇÃO, mas o espaço é curto e a paciência pAra leITURA menor ainda. Vamos encerrando por aqui, segue meu último post do ano. Na metáfora utilizada, o Zico (10) sai de cena para a chegada do Romário (11), só nessa comparação sem criatividade mesmo, porque no coração dos verdadeiros RUBRO NEGROS, o Galo sempre vai jogar entre os 11, nunca vai pro banco e muito menos tomará cartão vermelho.

Obrigado aos twitteiros RUBRO NEGROS, aos influentes e bem informados blogueiros da NAÇÂO, aos parceiros e ídolos Mozer, Júnior, Pet e Zico, ao Jornal Vencer, ao Jornal O Globo, ao Cláudio Cruz (fundador do maior movimento de torcidas do Brasil), ao Marcelo DGL (Urubuzada), ao Lula, Anderson e a Luisa (Raça Rubro Negra), ao Clube de Regatas do Flamengo, ao Fabiano Tatu (Brasileirão Petrobrás), enfim… a essa imensa e fantástica NAÇÃO de apaixonados, ou seja, todos que ajudaram (direta ou indiretamente) o MAGIA RUBRO NEGRA tornar-se um pouco mais conhecido entre a torcida do MAIS QUERIDO… a todos vocês (citados ou não) sem exceção o meu sincero desejo de um inesquecível e marcante 2011.

MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
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DEZEMBRO 2010 EM VÍDEOS + ESTATÍSTICA FINAL by leomagamon
30/12/2010, 22:46
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Finalmente chegamos ao fim da jornada 2010. Temos que cumprir nosso último dever, e fechar a retrospectiva mensal e anual.

Dezembro foi mês de títulos, no showbol e basquete, sem muito mais a comemorar conseguimos levar aos amigos do Magia o lançamento de produto rubro-negro e fechamos com chave de ouro no registro da 6a edição do já consagrado Nação Twitter.

Dezembro (4 Vídeos)
– Final RJ-SP 2010 Showbol – Flamengo x Botafogo – Jogo Completo aqui
– Chopeira Elétrica Flamengo aqui
– Premiação do Time de Basquete do Flamengo aqui
– 26/12/2010 – 6o Nação Twitter aqui

Os números não mentem já dizia minha tia Teteca de matemática e comprovam a mediocridade da temporada. Vamos a eles:

Vocês acompanharam ao longo de 2010: Janeiro, Fevereiro, Março, Abril, Maio, Junho, Julho, AgostoSetembroOutubro e Novembro.

Fica novamente o nosso desejo que 2011 seja bem diferente e que possamos compensar essa Nação com uma campanha mais digna e mais de acordo com nossa história.

MAGIA NELES!
Leomagamon

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O Paredão e a Aposta by Bruno Cazonatti
29/12/2010, 21:00
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Depois do argentino Bottinelli, chegou a vez de Felipe e Vander vestirem a camisa do Mengão.  O goleiro e o meia vão  reforçar a equipe para a temporada 2011 e terão a oportunidade de sentir o que é ter uma Nação ao lado. Apesar de muitos não considerarem  os dois grandes contratações, temos que dar um voto de confiança para os atletas. Afinal, qualquer um que vestir o Manto merece o nosso apoia até o fim! Os dois ainda serão apresentados oficialmente na sede do clube.

Felipe chega, não somente para defender as cores do nosso clube, mas também para proteger a nossa meta, já que Marcelo Lomba não segurou a pressão. O arqueiro sabe o quanto é ter a maior torcida de São Paulo incentivando, imagina agora que ele vai ser o camisa 1 da Maior Torcida do Mundo?

Vander é uma jovem revelação que despontou no Bahia. Ele foi um dos destaques da equipe baiana na luta para voltar à primeira divisão. O jogador atua no meio de campo e é responsável pela criação de jogadas, coisa rara que vimos na equipe ao longo de 2010.

Esperamos que os dois tenham sucesso nesta trajetória,  joguem com raça e deixem a magia desta Nação tomar-lhes a alma. Afinal, vestiu rubro-negro não tem pra ninguém!

Magia Neles!
EQUIPE Magia Rubro Negra
paixao@magiarubronegra.com.br
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Um ano de Pura Magia by Cacau
29/12/2010, 15:01
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Já fiz retrospectiva. Já disse e redisse o que achei de 2010. Não pretendo encher o saco de vocês remoendo o pó desse ano semimorto paupérrimo de resultados. A hora é de reflexão lá pelas bandas do Ninho do Urubu e, pelo menos segundo Maldonado, o foco já está sendo recuperado. O que eu quero mesmo, agora, do fundo deste coração rubro-negro, é exaustar algumas coisas que fizeram de 2010 um ano extremamente especial para mim. Esse ano não foi conturbado apenas para o futebol do Flamengo. Minha vida foi sacudida com mudança de emprego e de cidade ao final de 2009 e não digeri nada disso muito bem durante esses últimos 12 meses. Mas justamente no turbilhão dessa expectativa toda, veio o convite de colaborar com o Magia Rubro-Negra.

Eu me lembro exatamente da euforia que me assolou enquanto ouvia a voz mansa do @fabiojusttino ao celular fazendo o convite. “Não acredito que esses caras me querem com eles! É o MAGIA, caramba!”, eu pensava repetidamente, “será que eu dou conta?” Comecei devagar, como convidada, totalmente intimidada pela responsabilidade. Meu primeiro texto foi às vésperas do Hexa, exaltando a seriedade com que elenco e comissão técnica estavam conduzindo os prepativos para o último jogo de 2009. E lhes convido a recapitular comigo alguns desses momentos. 

Com Fernando Holanda e Fábio Justino à espera do início de Flamengo x Grêmio (06/12/09 - Foto de Bruno Cazonatti)

Filha de um tricolor apaixonado, escrevi sobre o Fla-Flu (aquele, de fevereiro), o principal clássico mundial em minha humilde opinião. Confiei cegamente na conquista da Libertadores (demonstrando isso por mais de uma vez). Busquei inspiração em ícones do passado, como Maria Lenk, nos heróis do Primeiro Título Brasileiro e até nos “simples” números desses 98 anos de história do futebol Rubro-Negro

Falei do meu avô, falei de amigos, falei da Charanga, falei de Zé Lins, falei da Nação (esse, áliás, foi um dos textos que mais gostei de escrever). Fiz alguns pré-jogos e, entre eles, destaco o do dia em que enfrentaríamos o Corínthians no returno do Brasileirão. Acompanhei os bastidores de momentos fantásticos desta equipe que ama o Flamengo acima de tudo e vibrei com eles, apesar da distância. O ponto alto dessa mágica retrospectiva: o convite para participar, com um texto inédito, do lançamento da Cápsula do Tempo e do Museu Flamengo. Chorando, escrevi um dos textos mais importantes da minha vida (não o mais belo deles, infelizmente), ciente de que o amor que herdei do meu avô havia, graças ao Magia Rubro-Negra, sido notado pelo nosso Flamengo!

Peguei o ritmo sim, porém sigo intimidada, convencida de que nem o Flamengo nem o Magia merecem palavras vãs ou testemunhos meia-boca. Mais intimidada me sinto ainda – até hoje – quando chega o aviso de que existe um novo comentário no post e agora, ao fim do ano, porque vejo em cada linha desses comentários, um rosto conhecido. Pessoas que saíram das telinhas de comentários, de trás dos avatares, arrobas ou emails, diretamente para a minha vida e para o meu coração. Amigos que terei para toda a vida. E novamente, graças ao Flamengo e ao Magia. Sigo intimidada sim, pelo respeito à grandiosidade dos dois, mas sobretudo motivada pelo carinho, pelo reconhecimento e pela certeza de que esse foi o primeiro ano de muitos. Por tudo isso, cada linha escrita, cada feedback recebido e cada novo amigo conquistado, eu serei sempre grata a 2010.

Que venha 2011 com suas novas emoções! E o que peço a ele? Apenas a volta do futebol! Muita raça, muita vontade e, sobretudo, muito amor e muito respeito ao Manto Sagrado. Meus novos amigos e eu merecemos. E cobraremos!

Um excelente e fantástico 2011 para cada um de vocês e suas famílias e até 2011!

Magia Neles!
EQUIPE Magia Rubro Negra
claudia@magiarubronegra.com.br
Twitter: @tudoemsimas



A Primeira Vez, Ninguém Esquece by Bruno Cazonatti
29/12/2010, 0:01
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Terminava o ano de 1963, já ia dezembro pelo meio. O movimento das ruas nem de longe espelhava a frenética instabilidade desenvolvimentista que as novas décadas impunham. Naquele dia havia um ar de expectativa em tudo e em todos. Algo de muito importante estava para acontecer, indicavam evidências fortes, só restava saber o quê.

Num apartamento de conjunto habitacional do subúrbio podia ser sentido esse clima de uma forma tão concreta quanto o amálgama de cada bloco dos prédios. Os fluídos eram permanentes, inesgotáveis e a vida sublimemente metafísica. A princípio, um domingo como tantos outros. Alvorada festiva dos fogos de artifício saúda o padroeiro do dia ou anunciam o time de futebol da várzea local, quem sabe ambos. O dia, contudo, nasceu diferente. Daqueles em que se acorda com um peso no peito, um nó na garganta, a sensação de que o mundo será outro quando se voltar à cama para encerrá-lo.

Como não se deve fugir de responsabilidade, o menino criou forças, se levantou e iniciou a rotina dominical. Obrigatória e rápida passada pelo banheiro, café da manhã tomado por decreto e lá estava ele dividindo o jornal com o pai, se esgueirando mais pelas letras que tanto lhe fascinavam do que pelas notícias que aqueles atraentes símbolos compunham.

A preocupação estampada nos olhos semicerrados do pai ao ler as manchetes sinalizava o que o bater mais apressado do coração infantil já sabia: tratava-se de um momento especial.

Antes mesmo do tradicional e respeitoso bom dia, veio a confirmação de que a data seria marcante:

– Filho, hoje você vai conhecer o Maracanã. Vamos ao Fla x Flu que decide o título para você ver bem de perto o Fluminense ser campeão!

Para uma criança apaixonada por futebol soou mais do que um convite, era uma convocação. Pulou do sofá como se já estivesse atrasado e foi contar a novidade à mãe. Na verdade não se sentia confortável por deixá-la em casa, pois aos domingos sempre saíam todos juntos. Porém, era razoável que ele entendesse que o tumulto de uma partida de futebol não combinava com mulher grávida, ainda mais uma final de campeonato. Por outro lado, seria inseguro para ela e não seria para ele?

Enfim, a decisão que interessava era a do campeonato e o entusiasmo dele era maior do que os seus questionamentos. Tratou de separar a sua melhor roupa, considerando a importância do compromisso. Foi difícil convencê-lo de que um jogo de futebol, especialmente um Fla x Flu que resolveria o campeonato, não exigia trajes formais. A fase seguinte foi uma penosa e angustiante espera, uma vez que o jogo aconteceria somente à tarde.

O transcorrer daquela manhã pareceu uma eternidade e a ansiedade um enorme combustível para um rico imaginário. Sua mente repetiu todos os lances gravados nas locuções do rádio que o pai costumava ouvir. A exatidão das descrições lhe povoava a memória como um filme que só ele podia assistir. Milhares de pessoas, ídolos em campo, lances espetaculares,  defesas fantásticas dos goleiros, gols, comemorações junto à torcida. Muito mais rápido do que imaginava, chegou a hora de sair.

Um percurso impressionantemente curto, porque vencido pela rapidez de sua curiosidade, e chegaram ao estádio. Era muito maior do que os seus sonhos, um colosso diante de um microscópico visitante. Muita gente, uma multidão se aglomerando e nem por isso se sentiu incomodado. Era como se fossem todos parte de um mesmo corpo, uma entidade única, a imensa massa de adoradores e o concreto do templo.


Após ultrapassarem os corredores de acesso, em meio ao turbilhão de clamores ecoados nos túneis escuros, a claridade revelou o campo. Passado o susto, a sensação de papéis invertidos foi inevitável, porque até a bola rolar são os torcedores que fazem o solo numa ópera popular. As dimensões lhe assombravam. Tudo gigantesco, dos cânticos da torcida à arquitetura do local. Sentado nos ombros do pai, ele analisava o gestual, a aflição e as expressões de quem estava mais próximo.

Observava também a movimentação dos craques, o balé refinado dos dribles e das jogadas de efeito, pensou até ouvir o baque surdo de cada chute. Com o início do jogo uma onda de tensão envolveu a todos. A emoção tomou conta do garoto de tal forma que ele entrou em êxtase. De repente, despertado do transe que o manteve isolado, a torcida explodiu e ele julgou ter visto um gol. Engano dele, o jogo terminara e a maioria dos presentes vibrava intensamente. Por instinto ou por catarse ele se integrara à comemoração.

Dançava nos ombros do pai com o desembaraço de um veterano de muitas conquistas. Foi quando o pai chateado o repreendeu, alertando que o campeão não era o tricolor das Laranjeiras. Ótimo, ele não torcia mesmo pelo Fluminense! O seu coração estava tão feliz que era impossível estar equivocado. Foi iniciado como rubro-negro naquela tarde em que um sonho de infância se tornou realidade e ele conhecera o maior estádio de futebol do mundo.

– Pai – confessou num misto de alegria e alívio – eu sou Flamengo.

– O que é isso, filho? Nós torcemos pelo Fluminense!

– Você torce, pai. Eu torço por esse time que tem uma torcida que quase enche o estádio sozinha e não precisa ganhar nem fazer gol para ser campeão! MEEENGOOO!

E voltaram para casa marcados de maneira irreversível pelo impacto daquele dia inesquecível para os dois. Até morrer o pai não deve ter se conformado por ter escolhido justo aquele jogo para a estréia do filho como torcedor. O Fla x Flu que decidiu o campeonato de 1963, um jogo tão significativo quanto a decisão que o menino resolvera tomar, se opondo ao maior ídolo, no dia do seu primeiro Maracanã.


Magia Neles!

COLABORADOR Magia Rubro negra
Twitter: @alexandrecpf



EU APOSTO by @fabiojustino
28/12/2010, 18:14
Filed under: Colunas

Visando o ano de 2011, EU APOSTO é mais nova coluna do MAGIA RUBRO NEGRA. Participe.

A partir de hoje o MAGIA RUBRO NEGRA juntamente com seus leitores e amigos, trás a coluna EU APOSTO. Neste espaço os RUBRO NEGROS indicarão nomes como apostas para a temporada 2011 e em paralelo vão justificar suas indicações.

Estreando esse novo espaço, nossa amiga, leitora e torcedora Nayra Halm. Confira e… seja o (a) próximo (a).

Nayra Halm é carioca, tem 29 anos e é completamente apaixonada pelo Flamengo. Atualmente trabalha como vendedora e pode ser encontrada nas arquibancadas desse Brasil imenso.

Além de achar a Nayra onde o Flamengo jogar, você também a encontra facilmente no twitter: @nayrahalm. Siga a RUBRO NEGRÍSSIMA no twitter e também na estréia da coluna EU APOSTO.

IMAGEM: Ricardo Ramos (Lancenet)

“Sou meio suspeita por apostar em Argentino, sou fã da garra e disciplina que a grande maioria dos hermanos possui. Meia inteligente, com habilidade e técnica apurada, com certeza otimizará nossos contra-ataques, principalmente com os chutes de fora da área – que estamos tão desprovidos há tempos. Os chilenos lamentam sua saída e eu torço para que mais um gringo faça sua história na Gávea. Seja bem vindo Dario Bottinelli”

E você torcedor do MAIS QUERIDO, qual seria sua aposta para 2011? Faça como a @nayrahalm. Façam suas apostas e enviem para fabio@magiarubronegra.com.br

MAGIA NELES!
EQUIPE Magia Rubro Negra
fabio@magiarubronegra.com.br
TWITTER: @fabiojusttino



Haja Estrela! by Bruno Cazonatti
28/12/2010, 0:01
Filed under: Colunas, Fotos Memoráveis


No domingo, eu tive o privilégio de mais uma vez ver de perto o Jogo das Estrelas. Tudo bem que estou acostumado a estar no gramado, acompanhando de perto alguns jogos do Mengão. Mas, presenciar ídolos eternos como Zico, Adílio, Andrade, Romário e Cia, é uma emoção que não consigo descrever através de palavras. É pura Magia!

Porque ver os craques do passado fazendo a bola rolar ali na sua frente com maestria, é indescritível.  E não é porque dá até pra sentir o cheirinho do suor dos caras não, pois eles só transpiram categoria! O que vale mesmo é ver a bola rolar redondinha, satisfeita por estar sendo novamente bem tratada por quem entende realmente de futebol arte. Ah, o placar de 8 x 6 para o time vermelho, que tinha o  galo e o baixinho lado a lado, pouco importa.

Zico é sensacional e ainda arrebenta, mesmo com o ombro operado e usando tipoia para protegê-lo. O galo é f#da, bate um bolão! O Rei da Nação não fez gol nesta edição, mas deu passes e lançamentos maravilhosos para os companheiros. Pura categoria! Um deles para o baixola sinistro, que faz as coisas que parecem difíceis, ficarem muito mais fáceis. Reparem na sequencia de imagens que tive a oportunidade de registrar. Nas duas primeiras, o baixinho marrento pega a bola, parte pra cima, mas chuta na trave! Uhhhh! Nas seguintes, a tradicional comemoração de mais um gol, após deixar o chorão Gonçalves de bunda no chão! Na boa, igual ao Romário não tem não. Que festa do futebol!

Viver momentos como esse, é inesquecível. Estar ao lado de atletas que fazem parte da história de seu clube é viver instantes sagrados, imaculados. Por isso, ao fazer parte da equipe do Magia, eu consigo trazer um pouco da emoção de ser um fã de futebol, um apaixonado pelo Flamengo e uma pessoa que sabe reverenciar os verdadeiros ídolos. Porque aqui no Magia, todos nós valorizamos os craques que realmente honraram o Manto Sagrado e nos deram – e darão! – muitas alegrias!

Magia Neles!
EQUIPE Magia Rubro Negra
bruno@magiarubronegra.com.br
Twitter: @cazonatti